segunda-feira, 29 de março de 2010

MAIS VERSINHOS AOS VINTE E NOVE DE MARÇO

Autoria de Ivan Justen


Curitímida Curitilônia,
Culturistúbula Romiritiba,
Pinheiralma Ipecedônia:

A tua alma maldita de Medeia
Ainda guarda algo de Palas Ateneia

E ainda se escuta aqui – penal, vina, leite quente –
Nesta urbe experimental que tem um cu na frente.

Curitímida Curitilônia,
Culturistúbula Romiritiba,
Pinheiralma Ipecedônia:

Entre uma Pindamonhangaba e uma Paris,
Tu continuas Curitiba por um triz –

E este piá, que já te viu branca de neve,
Hoje é mais um poeta que te escreve –

Feliz aniversário.

7 comentários:

Ivo e Fátima disse...

Primeirão

De novo!

Sogrão

Ivo e Fátima disse...

Seria essa pole merecida? Afinal, se de Ivan é o poema, dele é a pole "moral".

Parabéns a ambos por partilharem conosco mais essa homenagem à cidade em que nasci.

Sogrão

Ivan disse...

Ivo: muito obrigado pela saudação.

Mas os agradecimentos maiores devo fazer à Alexandra Lemos Zagonel, esta emérita, digna e lídima cidadã curitibana, que ergue e sobre-eleva com gáudio e entusiasmo a bandeira da cidade, consoante o faz seu tio Lydio Roberto, balizando a cultura paranaense nos mais representativos e remotos rincões dos United States of America...

Panda disse...

Queridos Ivo e Ivan!

Eu é quem vos agradeço, pela assiduidade e pelo apreço, pelas contribuições e pelas poles conquistadas!

Afinal sem vocês e seus incontáveis talentos, sem o frescor dos humorísticos e poéticos comentários, o que seria deste pobre diário?

Beijos!

Panda disse...

Ah, apenas uma ressalva... o Lydio Roberto é meu cunhado, eu é que sou tia dos filhos dele...

Esses laços familiares me fizeram relembrar de uma coisa que nem a idade vindo me faz esquecer...

O Lydio, que é meu cunhado, será avô dentro em breve, o que automaticamente me enlaça no título de tia-avó...

Ai ai...

Ivan disse...

Puxa vida, "tia Panda"...

Desculpe-me as gafes.
Tentarei me policiar mais, pois às vezes eu viajo brabo na maionese
(ainda mais quando me colocam numa lista de "Autores que recomendo", em companhia de monstros sagrados da literatura universal -
assim fica ainda mais difícil eu "caber ne mim").

Panda disse...

Magina, Ivan! Não tem gafe nenhuma.


E poeta que cabe em si não é bom poeta... poeta que é porreta tem que transbordar, se esparramar, tipo batatinha quando nasce...

(Pandinha quando não dorme fica assim)

Bem... boa noite a todos.
Tenham todos uma ótima, oáááátima noite.