quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mais uma noite com Paul!

Foto de Jeff Siner, Charlotte Observer.

Ver o Paul pela segunda vez em menos de um ano é privilégio de poucos. Uma das vantagens de morar nos States. E oportunidades como estas devem ser sempre aproveitadas, no matter the price or the sacrifices you make. Ver um show do Paul sempre vale a pena!




Chegamos às seis da tarde na Time Warner Cable Arena, onde uma multidão já se aglomerava esperando pelo que seria mais um dos momentos mais felizes das nossas vidas. Na fila, calor de quase 40 graus e uma ansiedade gigantesca até a abertura dos portões. Foram mais ou menos 15 minutos até chegarmos nos nossos assentos, que ficavam na última fileira lá nas alturas do ginásio, do lado esquerdo do palco. Um lugar péssimo, nem os telões dava pra ver direito. Fiquei revoltada. A gente não comprou os inressos mais baratos justamente para evitar a possibilidade de ficar num lugar ruim. Palhaçada!

Pra começo de conversa, acho o fim da picada show de rock com lugar marcado. E com assento. Então, como bons brasileiros, a gente resolveu sair de lá e tentar umas falcatruas. Sentamos mais pra frente. Chegaram os donos dos assentos e tivemos que sair. Ficamos na entrada da nossa seção. Vieram os guardinhas e nos mandaram embora. Mas quando o show começou, toda a frustração e o mau-humor da revolta se esvanesceram. Subimos e ficamos lá nas alturas de novo, no fim da escadinha e de pé, pra poder dançar e curtir o show e, pelo menos, ver o telão.


Foto de Jeff Siner, para o jornal Charlotte Observer.

O show foi praticamente o mesmo que assistimos em Atlanta ao lado do sogrão e da sogrinis. Com excessão de Obladi-oblada, todas as músicas tocadas estavam no repertório que vimos, tão de perto, em agosto do ano passado. Agora, de longe, deu pra curtir o som! E é claro, sentir a mesma emoção, a mesma sensação de incredulidade. O simples fato de compartilhar o mesmo teto, de respirar o mesmo ar que Sir Paul McCartney, e de ouvir sua voz em mil alto falantes, já é fantástico! Deveria me envergonhar de reclamar com a barriga cheia...

Mas paguei o preço... uma mulher maluca quis arranjar briga comigo dizendo que eu derrubei o copo de vinho dela. Detalhe, eu não chutei nenhum copo, fui acusada de algo que não fiz. E a mulher gralhando na minha orelha certamente não precisava de mais vinho, se eu realmente chutei o copo, ela deveria mesmo era me agradecer, pois mais vinho ali seria desastroso. Enfim, ela estava quase me avançando, quando o Bruno interviu e a colocou no lugar dela. Mulher louca. Depois ela ainda nos jogou uma praga: Bad carma will come to you. E eu disse: Yep, it's true, you are my bad carma. E lá com meus botões, eu lembrava... aqui se faz, aqui se paga.

Mas nem isso conseguiu estragar o show. Duas horas e meia de rock na veia, intermeadas por saudosas baladas e histórias que eu já conhecia do outro show... homenagens a Harrison, Lennon e Hendrix... brincadeiras com o público e doses certas de empatia e profissionalismo. Perfeito. Do Hofner pra guitarra, da guitarra pro violão, do violão pro bandolim, do bandolim pro cavaquinho, e do cavaquinho pro piano, Sir Paul McCartney provou mais uma vez que talento e energia ele tem de sobra!

Bom, nada que eu disser aqui vai soar tão bem como o próprio show. Então, deixo vocês com um vídeo que editei a muito custo, pois selecionar entre uma hora e 40 minutos de músicas e transformá-las em 5 minutinhos de vídeo não é tarefa fácil! Mas fiz com muito carinho especialmente pra vocês, meus queridos leitores... enjoy!




segunda-feira, 26 de julho de 2010

Breve Retrato

Cultura inútil também é cultura. Inútil. Mas é.

Gostaria de me retratar aqui, politicamente. Bom, pra começo de conversa, politicamente é uma palavra que, pra mim, já diz muito: política mente. Infelizmente, esta é uma grande verdade. Eu confesso que detesto, e não entendo nada de política. Mas mesmo assim me interesso, porque afinal de contas se a gente não se esperta os que podem tomam conta.

Acredito ser uma prática saudável debater e discutir política, porque as ideias são diferentes e ora se confrontam, ora se complementam, ora se compartilham. Debater e discutir política é, então, debater e discutir ideias.

Procuro estar atenta a tudo que gere ou que modifique idéias. Afinal, elas são quase tudo o que pensamos, todas as certezas que temos, as verdades que construímos pra nós e que "passamos" para os outros. Elas também são frutos de discursos, eventos e comportamentos adquiridos e internalizados ao longo de toda uma vida. São portanto fruto de uma história que é particularmente individual e que, ao mesmo tempo, também é coletiva.

Essa inevitável interação maluca e tão magnificamente óbvia do indivíduo com o mundo (e com tudo que nele há, incluindo política) ocorre incessantemente, a cada instante, quer a gente queira, quer não. Por isso é sempre bom estar em dia com nossas ideias, e debatê-las para sabermos se elas são boas ou ruins, úteis ou prejudiciais à sociedade. Sim, uma má ideia pode causar muitos danos. Não sei se já pesquisaram e se dados comprovam, mas acho que praticamente todas as calamidades do mundo são precedidas por ideias idiotas. Por ideias perigosas. Por ideias estúpidas ou enganosas. E, claro, por ideias que simplesmente não deram certo. Podemos ir ainda mais longe e afirmar que pelo menos metade das calamidades poderiam ser resolvidas se as pessoas tivessem mais o hábito de debater, discutir e principalmente, botar em prática algumas boas ideias.

Enfim. Há uma porção de ideias que enfiam na nossa cabeça diariamente e a gente nem faz ideia. Estamos tão emburrecidos, embrutecidos, desenxabidos, que não constatamos que muitas vezes, só o fato de querer mudar de ideia já teria sido uma ideia genial. Eu gosto da ideia de mudança. De novos ares. Daquela sensação de expectativa - e eu geralmente crio mais expectativas do que as outras pessoas, por isso sempre me frustro mais do que o normal. Mas deixa eu parar de dar voltas...

Peço-lhes aqui permissão para citar a Dilma e dizer que eu, "no chinelo da minha humildade", admito, após ponderar as minhas frustrações eleitorais, que deveria estar mais atenta ao meu próprio discurso, e não contradizê-lo, nem tampouco sofrer para sustentá-lo.

Quando eu disse anteriormente que "mudanças mais significantes na política são geradas somente através de mudanças radicais na estrutura, na base de nossa sociedade", eu estava com toda a razão. E digo mais, que o inverso também é verdadeiro: mudanças mais significantes na estrutura, na base de nossa sociedade são geradas somente através de mudanças radicais na política.

Daí, entretanto, a dizer que "nenhuma mudança muito substancial vai ocorrer em nossa sociedade, independente do candidato que estiver no poder" é uma grande mentira. Bulshit. Balela. Este pensamento é abominável e repugnante, e graças ao Ivan, que me abriu os olhos, agora me retrato. Por favor, desconsiderem aquela ideia, e perdoem porque Pandas também erram.

Mas lembrem-se da primeira parte e escolham o candidato ou candidata que mais reflete a verdade daquelas frases. Acredito que assim, meus caros tripulantes deste barco furado, vocês estarão votando na pessoa certa!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Eu vi, você veja, a gente vimos e vamos lá...




Há oito anos atrás, eleger um presidente "desclassificado" (no sentindo elitista mesmo da palavra), tudo bem... era novidade. Era um grito de resistência, de protesto... era o povo querendo mudar o país de direção. E mudou? Sim, mudou. Pra melhor e pra pior, depende do ponto de vista de quem vê. Com o aumento do salário mínimo e com programas como o bolsa-família, o pobre ficou alguns merréis menos pobre. Os ricos, como sempre, mais ricos e a classe média, pagando pelos dois, empobreceu.

Quatro anos mais tarde, reeleger um presidente que se gabava da própria ignorância já era demais pro meu gosto. Depois de tantos escândalos e de tanta corrupção escancarada, com o Lulinha paz e amor alegando não saber de nada, a reeleição me soou indigesta. Ainda assim, o rabudo do Lula se deu muito bem e trouxe muitas boas coisas pra propagandear seus dois mandatos. Só o fato de que nosso país será sede da próxima Copa e das Olimpíadas de 2016 já é grande coisa. Sem falar na descoberta dos imensos poços de petróleo na costa do Rio de Janeiro, o que nos bota entre os cinco países auto-suficientes na produção e refinamento deste combustível. Mais sorte que juízo.

Sem dúvida o Brasil é hoje uma das maiores economias do mundo. Porém, se compararmos com outros países emergentes (China e Índia), a nossa economia foi a que menos cresceu e a que menos investiu em infra-esturtura, educação e na indústria. Portanto, o Lula pode ser carismático e sortudo, mas deixou muito a desejar. Em oito anos, poderia ter viajado menos e ter feito mais.

Agora, para suceder o seu mandato, Lula apoia esta canditata sem nenhum carisma, nenhuma classe, e sem nenhum discurso - pois mesmo em parco português, Lula tinha o seu. É minha gente... tem que rir pra não chorar. As eleições estão aí e as pesquisas assustam. Se quisermos mudar o quadro, certamente não é na Dilma que temos que votar. Se quisermos ficar na mesma lenga-lenga, se contentando com pouco - coisa que o brasileiro tira de letra - então deixemos estar o PT... o único partido dos trabalhadores que não gostam de trabalho. Que torra dinheiro público - o seu dinheiro, o dinheiro de todo cidadão trabalhador de verdade, que paga imposto - em viagens, festas, plásticas e propaganda enganosa.

Não quero parecer ingênua. Sei bem que os jargões que dizem que "o poder corrompe", e "ele rouba mas faz" são o que prevalecem, desde os primórdios, em nossa política. Não sejamos tolos, nenhuma mudança muito substancial vai ocorrer em nossa sociedade, independente do candidato que estiver no poder. Afinal, mudanças mais significantes na política são geradas somente através de mudanças radicais na estrutura, na base de nossa sociedade, e vice versa. Não é fácil, mas também não é impossível! Nada que não mude com o passar de algumas boas gerações...

Mas enfim... se política e religião não se discutem, melhor eu ficar por aqui... não sem antes dizer com todas as letras que eu já tenho um discurso: Dilma Rousseff, não!

domingo, 18 de julho de 2010

Viajar é bom! Parte III





E cumprindo a promessa, volto no tempo para relembrar mais uma adorável viagem ao lado desta família linda à qual me agreguei! Destino: Foz do Iguaçu. Finalmente eu conheceria as famosas, enormes, maravilhosas cataratas de nosso estado, de nosso amado Paraná! Na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, Foz é uma cidade de porte médio, com aproximadamente 320 mil habitantes. A cidade em si não tem nada demais. Também... pra que né, se só a Itaipu e as Cataratas já transformaram a cidade no segundo maior centro turístico do Brasil, ficando atrás somente do Rio de Janeiro?

A viagem foi muito tranquila, tudo correu bem, com excessão de nossa ida para o aeroporto, que foi meio às pressas... a emoção era tanta que nem a ressaca do dia anterior (pois teve o show dos Criaturas na quinta) persistiu. O vôo durou não mais que uma hora e meia, e do avião já dava pra ver a magnitude das cachoeiras e o tamanho da usina de Itaipu.

O tempo estava perfeito, não estava frio e nem muito calor. O céu azulzinho, e o volume de água das cataratas era imenso, o que me fez avaliar a possibilidade de voltar pra lá um dia na estiagem... Não sei como esperei tanto tempo pra conhecer esta maravilha de nosso estado. Se você ainda não foi, então vá! Vale muito a pena!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Viajar é bom! Parte II

Filha de Dondaliet, viajante é... assim não exitei em aceitar o convite da Hope pra ir pra praia! Saímos de casa na quarta-feira às 8:30 da manhã, e eu me sentindo o máximo, indo pra praia de carro conversível!


Eu e Hope prontas para a viagem!

North Myrtle Beach (doravante, NMB) fica quase na divisa entre as Carolinas do Sul e do Norte, mas pertence à primeira. A Hope e o Dan compraram lá uma casinha bem batuta, onde pretendem morar quando ambos se aposentarem.


Hope's home!

NMB é a capital do Carolina Shagging, uma dança executada em pares ao som do que eles chamam "Beach Music", que nada tem a ver com Surf Music (mais californiana), mas sim com o que nós conhecemos como Soul ou Black Music. Ou seja, lá eu estava no céu, junto com os velhos! Nas duas noites que passamos lá, saímos pra dançar. Eu fiquei meio perdida, mas até que aprendi um pouquinho!


Tava um calor que na praia era impossível andar na areia sem queimar os pés. Ainda bem que a água era fresquinha e que em casa tinha ar condicionado! Agora vou mostrar pra vocês o quanto nos divertimos em NMB, num vedeozinho especialmente editado para o Diário de Bordo.




Na volta, para agradar meu amorzinho que ficou aqui trabalhando e com dor nas costas, trouxe camarões fresquinhos da praia... e aproveitei para agradecer e retribuir a gentileza da Hope, convidando ela e o Dan para um jantarzinho sábado a noite aqui em casa. Eu fiz um delicioso camarão na moranga e o Bruno fez apetitosos bolinhos de siri! Nhamy nhamy...


Dan & Hope no jantar aqui em casa


Assim, todos encheram a pança e foram felizes como sempre!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Viajar é bom...

Mas voltar pra casa é ainda melhor!

Quintal da nossa casa

Olá meus caros leitores! Antes de postar o famoso vídeo das cataratas (que ainda não editei), peço-lhes permissão para antecipar a nossa linha do tempo e relatar nosso regresso. Confesso que enquanto parte de nós desejou permanecer no Brasil, a vontade de voltar pra nossa nova casa era imensa. E neste misto de saudades e ansiedades, chegamos em Charlotte, onde gratas surpresas nos aguardavam!

Nosso amigo, Mr. Arthur Coleman, foi nos buscar no aeroporto e ao chegar em casa, encontramos nosso jardim impecável. Cercadas de seixos rolantes, belas e rubras rosas desabrochavam, e todas as flores se abriram como prontas pra nos receber, num acolhedor colorido, de encher os olhos!

O deck que fica no quintal também estava diferente. Como novo, foi pintado, e entre as árvores lá no fundo, uma rede repousava pronta pra nos embalar! Tantos upgrades feitos enquanto estávamos no Brasil só poderia ser coisa do John... meu ex-aluno e agora amigo das Bermudas - meio paizão que nos adotou aqui - que também nos presenteou com uma escultura de cavaleiro medieval que eu tive a petulância de elogiar, mais por educação que por sinceridade.

Enfim! Chegamos a tempo para a grande festa anual de verão da Whitewood Trail - rua em que moramos e sem dúvidas a melhor culdesac do Davis Lake. Reencontramos amigos, conhecemos outros vizinhos e viramos a noite comigo tocando vioão e todo mundo com o pé enfiado na jaca, inclusive o Bruno.

Começo de festa.

Fim de festa!

Uma semana depois, enquanto Fátima alçava vôo de Curitiba para Charlotte, Bruno foi a trabalho para a Guatemala. Ela chegou de manhã, ele de tarde. As fotos da viagem me deixaram com vontade de dar um pulo por lá!

Bruno e as infantes guatemaltecas.


Bruno fotografa uma viela de Antiqua, cidade histórica da Guatemala.

Peguei a Fátima no aeroporto duas horas além do esperado, devido a um inconveniente acidente de percurso. Chegando aqui, ela pôde ver com seus próprios olhos a beleza de nossa casa! E trabalhamos muito pra deixá-la ainda mais linda. Dei uma canseira na sogrinha... Mas ainda assim ela curtiu bastante!


Fátima molhando as flores

Fátima descansando no deck.

Fátima curtindo a rede.

Fátima na piscina com o filhote e os vizinhos Big Matt, Christina e Little Matt.

Bruno estava que não se contia. Foi muito paparicado e paparicou bastante também a mamãe. Até levou ela pra passear de Jaguar... do John, claro. E eu no meio disso tudo? Eu não podia achar mais graça. Tinha acabado de ganhar do meu maridão meu primeiro carro zero, um Corolla vermelho cereja, que não boto a foto porque ainda não tirei. Mas em breve vocês verão!



E falar em verão, este está sendo nosso segundo American Summer com American Dreams de verdade! Bem suados, e bem aroveitados. Pena que Fatiminha ficou tão pouco... mas em outubro tem mais! Mal vemos a hora. Beijos e até a próxima postagem!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Atualizações!

Vó Rosa e o aniversariante do dia, my brother Gu!

Então, povo! Agora já bem recuperada da síndrome da derrota para Holanda, sinto-me mais sóbria para atualizar vocês das últimas novidades em Charlotte. Que na verdade não são muitas... algumas nem boas são. Mas pra mim, tudo que é ruim, dura pouco, e portanto já está melhorando.

Devo confessar que ver a Argentina levar de 4 da Alemanha colaborou 100% para eu superar a depressão da copa. Por que será, né? Que ver os hermanos se ferrarem é tão prazeiroso? I mean... no futebol, pelo menos... culpa do Maradona. De acordo com a minha perspectiva, Maradona está para a Argentina como Bush esteve, uns anos atrás, para os Estados Unidos.

Oukein, mas vamos às novidades. Primeiro as ruins. Bruno machucou as costas. Quando o médico perguntou o que ele fez, ele disse que "levantou peso". E eu fiquei bem p da vida. Por quê? Hã-ham. Digamos porque o peso era eu. Também, né... convenhamos. Eu sou uma Panda gigante! É da raça.

Mas não, não foi bem isso, que ele me ergueu e deu um mal jeito nas costa.s A verdade é que nenhum problema nas costas ocorre da noite pro dia. Isso é fruto de uma conversão de muitos fatores. Mas enfim, o que desencadeou mesmo a dor foram umas manobras acrobáticas na banheira, enquanto, hmmm, let's say, nos banhávamos.

Então quando ele já estava melhorzinho, ou melhor, quando os remédios fizeram efeito e ele parou de sentir dor, eu é que me machuquei. Caí da escada. E esta foi a primeira coisa que fiz ao me levantar no domingo. Estava sonolenta, dormindo ainda. Escorreguei, desci a escada de bum-bum-bum-bum-bum-dão até lá embaixo. Bruno só ouviu o barulho e esqueceu da dor nas costas. Veio correndo! Panda? E eu com aquela dor no cóxcis, o tal ossinho da alegria, não sabia se ria ou chorava. Ri um pouco, chorei mais um tanto. Mas enfim. Já estamos melhores!

E yo, como estou de férias, tenho aproveitado a piscina e nadado bastante. Também estou estudando piano e Espanhol e Italiano. Aproveitando o tempo em que não tenho muitas obrigações pra correr atrás daquelas metas, lembram? Emprestei um tecladinho de uma amiga, no momento estou trabalhando em duas canções: Preludio em Mi Menor do Chopin, e a mais famosa peça de Beethoven, que eu sempre só soube tocar a primeira parte: Pour Elise.

E a melhor novidade de todas, é que uma das minhas adoráveis vizinhas, a Hope, me convidou pra ir pra praia com ela! Pra ficar só dois dias... vamos amanhã e voltamos na sexta. Mas mesmo assim... vai ser a primeira vez que verei o mar da Carolina do Norte! Estou muito ansiosa pra ir... faz um tempão que eu não pulo umas ondas e não pego uns jacarés, já estava na hora de ir "descarregar" e dar um reload nas energias!

Então nas próximas postagens vocês vão conhecer um pouco mais sobre o litoral norte-americano, enquanto ele ainda não está coberto de óleo!

Beijos a todos. Principalmente ao meu irmão, que está de aniversário hoje! Te amo, Gu!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

E agora, Dunga?




A festa acabou,


Holanda virou,


o povo sumiu,


a bola esfriou,


e agora, Dunga?


e agora, você?


você que fez nome,


que zomba da imprensa,


e não dá entrevista,


só xinga, protesta,


e agora, Dunga?





Está sem o hexa,


está sem discurso,


está sem carinho,


não pode beber,


não pode fumar,


cuspir pra cima já não pode!




a copa acabou,


o hexa não veio,


o bonde não veio,


o riso não veio,


não veio a utopia


e tudo acabou


e tudo fugiu


e tudo soou como uma vuvuzela gigante:


e agora, Dunga?




E agora, Dunga?



Hein? Hein?


E agora, Dunga?


E agora?