segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sinais Sonoros





E assim nasce um novo som... do mundo das ideias para o mundo real de Panda Lemon Orchestra

sábado, 17 de setembro de 2011

Enquanto os homens jogam poker...



Enquanto isso, os homens se posicionam
Cinicamente nesta mesa redonda.
Eles distribuem suas cartas.

Small blind. Big blind.
Todos fazem suas apostas.
Uns fogem.

Engolem a seco, experimentam bebidas.
Riem e se divertem e gargalham e falam alto
E contam o quanto ainda resta de suas fichas.

Enquanto isso o tempo se esgota.
O dinheiro se esgota.
A sorte se esgota e, junto com ela
Esgotam-se as chances de ganhar.

A paciência e a vida um dia também vão se esgotar.
No entanto ninguém gosta de pensar nisso.
Portanto vamos. Vamos jogar!

*Poeminha dedicado ao Bruno e seus comparsas. 

Ps.: Nunca vi minha casa tão cheia de estranhos.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

I need a deadline!



Foi o que pedi a Jerry.
A partir de agora
Não tem mais desculpa

"Under Pressure"
É minha trilha sonora.

Uma semana pra entregar as primeiras 20 páginas.
Sete dias. Só sete!
Sete é tese ed sart rapa tefren.

Sete também é um número bom. Número da sorte. Número místico!

Sete cores no arco-íris.
Sete maravilhas do mundo!
Sete dias da semana.
Sete notas musicais: dó ré mi fá sol lá si.
Sem contar, é claro, sustenidos nem bemóis.

Nossa! Sete pode ser também um número bem assustador.

Bicho de sete cabeças, gato com sete vidas, guerra dos sete anos, piratas dos sete mares e por aí vai.

Sete anões.
Sete pecados capitais.
Sete vezes setenta e sete.
Sete moradas celestes.

Falando em sete, ontem foi dia sete de setembro!
Dia da pátria e aniversário da Tati.

Mandei os parabéns.
Não sei se recebeu.
Tati tá ficando velha?
Antes ela do que eu.

Com quem será... bla bla bla blá...

É pique! É pique!

Rá!
Tim!
Bum!
Tati! Tati! (várias vezes)

Obs.: Entre coices e açoites e silêncios e eternas noites, no fundo quem é irmão sabe que mesmo amor de mula é amor que estimula.

Beijos desta mula manca e muito maluca e que nunca se manca,

Panda.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Hipocrisia X Honestidade



Hoje tuitei uma frase que certamente derivou de meus estudos freudianos, na qual dizia para não nos iludirmos. Conviver harmoniosamente exige de cada um de nós um certo grau de hipocrisia. Perdi dois ou mais seguidores. 

Ninguém gosta de ler e ouvir "verdades" (ponho entre aspas pela mera inconsistência do termo, o que poderá ser discutido em futura postagem). E toda vez que isso acontece, geram-se conflitos (ou unfollows).

Em nossa sociedade, a honestidade é geralmente relacionada à falta de tato, de educação ou de respeito; à delicadeza de elefante; ou à qualidade de tonto, trouxa, bobalhão; oposto de esperto. Como se lê, as metáforas para a honestidade não são nada incentivadoras.

Dizer o que pensa, com todas as letras, é politicamente incorreto. Devemos usar eufemismos. Pensar duas vezes, ou simplesmente calar a boca. Falar menos. Pensar mais. Escrever só as palavras mais doces, pois as palavras - doces, amargas, inúteis, tanto faz - depois de ditas, não voltam mais. Deixemos as palavras mudas. Sejamos honestos: todos temos de ser hipócritas!

Mas eu não consigo. Eu falo demais. Penso demais. Amo demais. Corro demais. Me acho demais. 

Se eu não escrevesse tanto, talvez não alimentasse essas três féreas Fúrias, Eríneas que já vêm com cada pessoa.