terça-feira, 28 de março de 2017

Senta que Lá Vem A Nossa História

Greg Weeks, meu professor de Ciências Políticas durante o Mestrado na UNCC, me pediu uma música para a vinheta introdutória pro seu podcast. Eis o resultado. Mandei "A Nossa História" -- já que o programa é sobre a política na América Latina... então agora senta, que lá vem a nossa história!



Two Weeks Notice: A Latin American Politics Blog: Podcast Episode 29: Venezuela and the OAS: In Episode 29 of Understanding Latin American Politics: The Podcast , I consider the obstacles to the OAS taking some sort of action with re...

domingo, 8 de maio de 2016

Primeiro Dia das Mães


Mãe! Este é o primeiro dia das mães em que eu consigo compreender a dimensão do amor e do sacrifício seu por nós. Quando o Anthony estava no hospital, a dor que eu sentia só não doía mais porque a minha gratidão de chorar por um filho que eu podia abraçar não deixava... Naquele momento vi a sombra de uma vaga ideia da sua dor ao perder um filho, e por isso, quando chorei no seu colo, soluçava por medo, mas também por você e por ele, numa epifania dolorosa de saber a grandeza enorme do seu coração de mãe que, mesmo pequeno e partido, arranjou espaço para nós  e mais oito netos. Nunca nos faltou cuidado e zelo. Nunca nos faltaram sorrisos seus. Seu amor, mãezinha, é o maior presente que temos. Obrigada!!!

sábado, 30 de abril de 2016

Fotonovela

Anthony ficou muito feliz com a chegada do vovô.


-- Vovô!!! Não me lembrava desse seu sorrisão tão grande! Foi bem de viagem? 


Vovô o abraçou e respondeu que sim, que a viagem tinha sido oááaaatima! 

-- Mas vovô, disse Anthony, me conta uma coisa... é verdade mesmo que você só veio pra ficar um pouquinho e ainda por cima vai levar a vovó embora?


Vovô ficou sem palavras e os dois choraram! 

**** The End ****

terça-feira, 26 de abril de 2016

Primeiros Ranguinhos


O baby tá fazendo um regime de engorda porque da última vez em que fomos à pediatra ele havia baixado a curva de crescimento. 

Desde terça-feira passada (20 de abril) ele está fazendo uma refeição nova. 

Terça e quarta ele comeu cenoura cozida com carne. Não gostou nadinha. Mais cuspia que engolia. No terceiro dia mudamos o menu. 

Quinta, sexta, sábado, domingo e segunda ele comeu abacate. Adorou. Mas dava um trimilique na hora de engolir. 

Hoje ele comeu batata doce cozida com franguinho. Adorou também! Nem fez careta. E só deu siricutico pra engolir depois de várias colheradas. 

Meninão forte da mamis. Já tá bem mais gordinho!!! 

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Quase Cinco Meses do Nosso Bebê!



Sou mãe! Ser mãe, mulher, e estudante de PhD são as melhores coisas mais difíceis do mundo. Ainda bem que tenho um marido e um filho maravilhosos, e duas vós dedicadas que têm me ajudado muito a enfrentar essas aventuras!!!

Talvez por isso não haja nenhuma crise de identidade aqui. Às vezes acho que sempre fui mãe, só me faltava o filho. E o filho veio. Lindo, lindo!



Anthony é um anjo, feliz da vida! E quando aqueles olhinhos sorriem pra mim meu mundo pára e eu transbordo de felicidade -- quem precisa de cruzeiro no Caribe quando se pode mergulhar diariamente naquele azul?


Às vezes custa pra ele dormir, resmunga de olhos fechados, no colo se joga pra trás com os bracinhos abertos, parece que quer pular de pára-quedas e na queda lutar com o anjo do sono... mas aos poucos cede, dorme tranquilo. A noite toda, tem dia que por 12 horas ininterruptas. Que bebê bonzinho!


Ele gosta de passear a pé no canguru. Adora! Parece que lembra de quando eu caminhava muito  durante a gravidez. E agora ele está começando a prestar mais atenção em tudo, olha pro céu, pras flores, pro chão, e até arrisca uns comentários vez em quando.


O banho é uma festa. Mas vá botar a roupa... Meu bebê curte mesmo é ficar peladão.


E descobriu as mãos. Essas impressionantes mãozinhas.

Meu nenem tem a cabeça quente e faz uns barulhinhos muito legais puxando a voz assim pra dentro.

No dia 4 de abril descobri um dentinho prestes a romper a gengiva inferior. O dentinho incomodou... eram dois. Despontaram em menos de duas semanas.

Anthony tem muita sorte, pois tem as melhores vovós do mundo!

O primeiro sol da primavera com vovó Talita!
Inclusive esse post dedico pra vocês, vovós. Às que vieram cuidar do Anthony, e ao vovô que ficou sozinho láááááááááá longe, só pro netinho ficar no zelo do melhor colinho de todos, que é colo de vovó. Quem tem vovó tem tudo!!!

Vovó Fátima e Anthony com seu passaporte!!!

Amamos vocês, vovós! Muito obrigada por tudo que fazem por nós!

E Vovô Ivo, estamos em contagem regressiva para sua chegada!!!


domingo, 27 de dezembro de 2015

O Primeiro Mês do Nosso Bebê


Anthony já sem a cânula no colo da sua amiga/irmã/prima de coração
A comemoração do primeiro mês de vida do Antony foi muito especial! Primeiro porque caiu no dia de Natal e depois porque o vovô Ivo e tio Caetano chegaram para alegrar ainda mais a nossa festa! As vovós prepararam uma ceia deliciosa, afinal tínhamos muito o que celebrar neste Natal!

E este foi praticamente um Natal tropical, com chuvas torrenciais e muito calor. Estamos de shorts e camiseta em pleno dezembro americano. Até que veio a calhar, pois minha mãe não suporta frio. E por ser tão pequenininho, e ter passado os primeiros dias na UTI, e ter vindo pra casa conectado às máquinas, o Anthony não pôde aproveitar o restinho de outono fora de casa. Então nesses últimos dias em que ele está "wireless" e a chuva deu uma trégua saímos passear! E hoje ele até pegou uns rainhos de sol! Vitamina D sempre muito bem vinda.

Falando em raios de sol, ouça só essa música que o Lydio Roberto fez pro Anthony e pra Alice! Que presentão nosso pequeno ganhou deste titio talentoso e inspirado!


O primeiro mês do nosso bebê passou voando! E embora atribulado, foi cheio de coisas boas! Aqui estão os highlights dos primeiros 30 dias...

  • Anthony veio pra casa conectado a máquinas e monitores, sob a supervisão periódica de uma enfermeira que nos visitava em casa 3 vezes por semana. Foi assim que nós conhecemos a Omo Lola, uma enfermeira nigeriana muito querida que cuidou muito bem dele e até nos ensinou uma canção de ninar em Yoruba.
  • Na terceira semana de vida ele fez circuncisão e já está praticamente 100% recuperado. Acho que nós sofremos bem mais do que ele, eu até fiquei doente, chorei um dia antes, no dia D, e nos dois dias seguintes, toda vez que tinha que trocar a fralda e fazer o curativo... e o danadinho só chorou durante o procedimento e na primeira troca de fraldas. 
  • Falando em chorar... Anthony não era assim muito amigo do banho. Ele se esguelava toda vez que sentia a água bater na bunda. A gente então fez uma terapia progressiva. Primeiro dava banho só a cada três dias, depois dois dias, depois dia sim, dia não, até que completou 1 mês e quase não chorou no banho. Ontem não chorou nem um pouquinho! E hoje até curtiu a água...
  • A terapia progressiva funcionou também com o oxigênio. No hospital o volume era de 5 litros. Antes de vir pra casa, cortaram para 2,5 litros. E depois para 1. Chegando em casa, a gente abaixou para 0,75. Na próxima semana para 0,5. Depois para 0,25 e na semana da circuncisão ele passou o primeiro dia sem a cânula e segurou muito bem a saturação de oxigênio em 99 e 100%. Agora só usamos o medidor de oxigênio e de batimento cardíaco durante noite pra monitorá-lo enquanto estamos dormindo.
  • Anthony é um comilão, mama no peito e na mamadeira! Na mamada da meia-noite, geralmente o papai dá uma mamadeira com fórmula e leite do peito. A fórmula é mais pesada e demora mais pra ser digerida -- assim ele pode dormir por mais tempo sem ficar com fome... o que provavelmente colabora para que o nosso bebê seja um...
  • Dorminhoco! Ele dorme que é uma beleza e não acorda toda hora de noite para mamar. Aliás, quem o acorda pra mamar de noite sou eu. Ele mama e dorme, e eu troco a fralda, coloco-o no bercinho e ele continua dormindo! Um santo.
  • É óbvio que de vez em quando ele chora. Ou porque está com a fralda suja, ou porque está com fome. Ou quando tem cólica. As cólicas começam geralmente de tardinha. Essa é a única hora em que ele chora e nada o consola... então damos um remedinho, fazemos massagem, botamos de bruço, ele se retorce, faz careta, e chuta e soca a gente... e passa de colo em colo até se acalmar nos braços de uma das vós. Aliás colo de vó tem alguma coisa de muito especial, porque a cólica sempre termina no colo de uma delas! 
  • Ele só faz cocô em fralda limpa. Incrível. É trocar a fralda com xixi e não dá cinco minutos, o cocô vem. Aí a gente espera um pouquinho pra ver se continua e nada... Só depois quando terminamos a nova troca é que ele termina o serviço, na fralda recém-trocada. O guri também adora fazer xixi enquanto estamos o trocando. E o alcance da parábola do xixi dele é supreendente. 
  • Anthony é um bebê muito forte, sorridente e esperto. Ele sustenta e controla bem o pescocinho, olha pra todos os lados, responde a estímulos sonoros e visuais, e até "conversa"com a gente, balbuciando sons enquanto estamos falando com ele. Ele presta atenção nas historinhas que lemos e contamos para ele. Ele gosta de ouvir música. Ele não se assusta com barulhos altos. Pode falar, cantar, ligar processador, aspirador, liquidificador, pode passar o trem, tocar alarme e o telefone. Ele não se incomoda... 
Menino de ouro! Foram tantas emoções! Como pode caber tanto amor, tanto medo, tantas alegrias e tantas dúvidas e certezas em apenas 4 semanas? E que outras emoções nos esperam? Em breve saberemos...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

É o Tony na Área!


Chegou nosso pequenino! Após uma gravidez de 41 semanas e 1 dia, e um parto de 52 horas, nosso Anthony veio ao mundo com a ajudinha de Dr. Bootstaylor e um fórceps. Papai que puxou ele pra fora junto com o médico, e ele também cortou o cordão umbilical. 

Anthony Lemos Zagonel nasceu com 50cm e 3.5kg no dia 25 de novembro de 2015, em Atlanta no estado da Georgia, Estados Unidos. Nosso gringuinho guerreiro! Nasceu grandão e forte pronto pra enfrentar uma semana de UTI. 


Já os primeiros exames mostraram baixa saturação de oxigênio -- e a pediatra do hospital recomendou fazer uma eco do coração e do pulmão. Os pulmões estavam normais. Mas encontraram uma anomalia no coraçãozinho dele, chamada hipertrofia do ventrículo direito. 


Ficamos arrasados. Vê-lo todo entubadinho, com as coxas e os calcanhares picados de agulha, as enfermeiras drenando e drenando sangue para exames diários era de cortar o coração. Eu só chorava. Nas palavras do Bruno, eu tinha ido embora.

É realmente uma ausência que eu sentia. O útero vazio, e o quarto também vazio. Na UTI a gente podia vê-lo sem restrições. Era um ir e vir incessante. Meu colostro custava pra sair. Bruno ia com duas gotas numa colher e passava as gotinhas na gengivinha dele. 


Com a ajuda de profissionais lactantes, aprendi técnicas para extrair e estimular mais colostro. Aos poucos já ia levando mais e mais gostosura pro meu bebê. No terceiro dia também já estava mais confiante. E talvez acostumada com o ambiente do hospital. Mas voltar pra casa sem ele foi de partir o coração. Chorei muito mais. Mas felizmente, nem as lágrimas e nem o leite secaram.


Meu amor me apoiou em cada momento. E quando às vezes ele esmorecia, eu o incentivava. Juntos, e com o amor e a ajuda das vovós e do vovô, e o carinho e a torcida dos familiares e amigos, a gente enfrentou essa barra. 

Na quarta-feira em que nosso amor maior nasceu, tios Caetano e Zé Ivan compuseram essa música que diz: fique de boa, é o Tony na área! A carinha do Anthony também parecia nos estar dizendo isso. Fiquem de boa... Tudo vai dar certo, logo eu vou pra casa e em breve vou estar pronto para muitas aventuras! 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Baby Moon e Bodas de Neném

Dizem que sete anos é boda de lã, né. Que coisa mais jacu, bodas de lã... Então eu resolvi que para nós essa foi a Boda do Nenem. Afinal, o que mais faz realmente este sétimo aniversário ser tão perfeito, senão o fato de que finalmente! Depois de 3 anos intensos tentando, agora sim temos um amor muito maior, crescendo cada dia mais, para a gente cuidar, curtir, sentir e cultivar?

Daí, né, na semana passada, largamos nossa mudança pela metade e resolvemos nos brindar com uma deliciosa Baby Moon -- a última viagem que faremos assim nesse formato familiar "só nós dois." Quer dizer. O formato só nós dois já está em estado avançado de mutação. Hercules Netuno que está crescendo aqui, na minha barriga enorme e redondona, não me deixa mentir.



Agora o formato é "só nos três" mamãe!


O destino: primeiro uma parada em Savannah, na Georgia, depois um resort em Hilton Head Island, na Carolina do Sul. Foram quatro dias de muito sol, amor, muita praia, piscina, virgin drinks, comida boa, diversão. Levantamos cedinho pra ver o sol nascer, deitamos na areia pra olhar as estrelas, e cada uma que riscava o céu rendia um pedido, que eu não mais fazia pra mim, mas pro nosso bebê, que logo estará aqui pra encher as nossas vidas de milhões de motivos para continuarmos felizes!

E na volta, aquele clima: um fim de férias, uma casa ainda por montar, uma cidade nova pra conhecer e se adaptar, uma semana de Bruno lá (em Charlotte) e eu cá (em Altanta) com muitas caixas que nem mexi, um barrigão, um violão, um primeiro trabalho do PhD pra terminar, um leão por dia pra enfrentar na complicada busca de um novo obstetra e uma clínica pra fazer as consultas restantes da minha gestação...

Mas eis que no meio de tudo isso, eu ganho ontem um presente lindo da minha prima Gracinha, lá de Belo Horizonte. Abro meu email e uma mensagem bem assim:
veja o que eu encontrei aqui nos meus guardados!!!!
rachei de rir...

Era um relato completo do nosso casório que ela, na época, mandou por email, logo depois da festa, para sua irmã Glau. Começa assim:

Olha vou te contar as novidades do casamento:
foi tudo lindo demais.
Amanheceu um dia frio, com muita neblina e uma chuvinha fina.
Mas o clube estava totalmente enfeitado com balões vermelhos
nas árvores, e o povo foi chegando.
Eu cheguei com a Talita e a Aluá trazendo os bolos ... 4.
Sendo...
Dois bolos com massa de nozes, e recheio de damasco
O outro com massa de pão de ló, recheado de chantilly e morangos...
o outro com massa de pão de ló, com recheio de cerejas vemelhas
com abacaxi...
Enfeitados com tules vermelhos e brancos...
Sobre a noiva:  
A Xanda chegou arrazando.. com a sombrinha colorida...
vestida totalmente NOIVA RETRÔ...
AFINAL DE CONTAS ELA É UMA ARTISTA RECONHECIDA NA
CAPITAL PARANAENSE... e pode ousar!!! ... rs rs

Vestido preto com bolas brancas...
chapéu tipo anos 60.. (das madames).. com telinha cor de gelo..
um verdadeiro show.. sapatinho vermelho e bouquet com botões
enormes... vermelhos...
e uma cara linda.... meiga... parecia uma boneca.
Ela é a prima mais 10.....inteligente, feliz, autentica...

Nas descrições da roupa, da sombrinha colorida, do lugar e nos elogios, Gracinha acertou em quase tudo. Exceto a cor do sapato, que era preto. O que agora me fez lamentar não ter calçado um sapatinho tipo Dorothy, bem vermelho, para ornar com os balões e o buquê.

Sobre a cerimônia que precedeu a festa, ela conta:
A cerimonia religiosa (os parentes do Bruno são todos super católicos)
foi linda.. Os noivos escolheram os textos biblicos que foram todos
comentados pelo padre (novinho.. deve ter uns 35 anos)...
Escolheram textos super especiais, que falavam de relacionamento
e de amor para sempre.... amei...
O jovem Padre Ricardo, que realizou a breve cerimônia, terminada
ao som de Aleluia, hare krishna, hama hama, etc., do George Harrison. 

E o relato ainda descreve emocionados reencontros da Gracinha com seu primo, meu legendário Tio Bacana (outra história em que ele aparece eu narro aqui), com as primas lindas Aluá e Érica, com o tio Saul, e até com sua irmã Mafalda, que disse que não vinha, mais veio! A família comparecendo em peso foi realmente um dos pontos altos da festa!
A nossa maior surpresa foi ver o Bacana.. ele está muito bem..
consertou os dentes.. está mais gordinho... quase choramos quando
nos encontramos...
As meninas do Saul são fofas demais.. e gostam muito da gente e
da mamãe.
A Fal me surpreendeu também em aparecer lá, porque ela tinha
me falado que nao ia.. foi ótimo.. eles são todos doidos com ela.
Eu e meu tio Bacana, os dois pra lá de Mahakesh, cantando
a música Super Bacana do Caetano Veloso no final da festa

Gracinha também conta do show de lançamento do disco Alma Brejeira, do meu cunhado Lydio! O show foi no Teatro Paiol, um dia antes do casamento, eu nem lembrava disso! Mais gratificante ainda, é ver ela citar a homenagem que ele faz, no disco e no show, pro nosso tio Joel, vulgo Joé, que homenageado ainda em vida, não pôde ir no casamento, nem no show. Infelizmente, o tio Joel faleceu faz pouco tempo... A Gra termina essa parte com os momentos mais tocantes do espetáculo, em que o Lydio, a Cris, o Yan e o Yuri cantaram juntos. Segue:
O Lydio da Cris, é o homem mais lindo e amável que eu já vi..
[... ele] fez lançamento também de um CD com modas de viola
e canções regionalistas.. tipo da novela Pantanal.. eu adorei!.
é lindo demais.. e tem
uma musica em homenagem ao Tio Joel..  nome> Joé....
muito legal..
os meninos da Cris, Yan e Yuri, são roqueiros... e se apresentaram
com o pai também.. desde pequenos eles cantam com ele...
Cantaram a música mais bonita do CD que se chama Versos e
quintais..
A CRis canta com eles também.. .
todo mundo chorou no show, depois da homenagem ao tio Joel.
infelizmente ele nao foi...
A Xanda casou no outro dia.


(AI AI AI, GRACINHA!!! TO CHORANDO MUITO OUVINDO ESSA MÚSICA AGORA!! QUE LINDA, QUE LINDO, QUE LINDOS ELES SÃO!!)

Agora, a chiqueza ou a simplicidade de um casamento está nos olhos de quem vê. Na nossa concepção, a festa foi uma coisa simples. Balões no formato de coração foram decorações baratas, principalmente se comparadas aos arranjos ornamentais próprios dessas ocasiões. Já o almoço não teve nada de frescura, canapezinhos, suflezinhos, bobózinhos, nada disso. Teve sim um grande churrascão -- buffet do KF -- o que aos olhos "elite curitibana" poderia ter soado até algo bem grosseiro. Não, porém, para nós. E muito menos pra Gracinha:
As comidas estavam um show.. aparecem nas fotos...depois voce ve as fotos aqui..
o povo do noivo é podre de rico..... arrazaram.... e os enfeites
das mesas? ... com toalhas de cetim... todas brancas,
com bolas pretas grandes, médias e pequenas...
vixe.. arrazou geral mesmo...
Arrazamos sim, Gracinha. Pra nós a festa foi perfeita!!! Mas pra algumas madames que estiveram presentes, nem tanto. Bruno me contou que umas foram explorar a cozinha buscando docinhos miúdos. Afinal os quatro bolos, preparados e confeitados com muito amor e talento pela minha mãe, e levados à festa por você, por ela e pela Aluá, estavam "demorando muito para serem servidos. Na verdade, elas queriam ir embora porque "a música estava muito alta." A banda contratada, presente do nosso padrinho querido, Faustinho que está no céu, foi a Relespública.

Foi um dia lindo! Nunca vou me esquecer. Mas lembrar assim, com tantos detalhes, só foi possível graças a você, Gracinha! Um verdadeiro documento histórico... que assim termina:

As crianças estão lindas... veja no meu orkut.. coloquei lá umas
fotos...
bom acho que já falei demais.. nem sei se voce vai conseguir
ler tudo..
beijos.. te amo.. continue orando..

bye
  gracinha
Pois é. Analisando o fim da mensagem, pode-se concluir que 1) as crianças crescem muito rápido; 2) somos da época do Orkut... e 3) os parentes da noiva são todos (ou melhor, quase todos) super crentes.

Obrigada, Gra. Que presente gostoso de receber! Como diz a Bíblia e minha vó, sua tia Kilda, recitava: "Até aqui nos ajudou o Senhor!" Sete anos de amor cada vez maior!



Beijos, Gra! Meus, do Bruno, e do Hercules Netuno. Que agora poderá se chamar ou Ulysses ou Tobias. Com cara de que nome será que ele vai nascer?

Esta postagem é dedicada à nossa colaboradora, Gracinha. Da direita pra esquerda, ela com sua mãe (Tia Santa) e o Tio Joel -- que estão no céu...


domingo, 5 de julho de 2015

Reativando!

A partir desta postagem, meu Diário de Bordo irá narrar uma incrível jornada que começou há pouco mais de cinco meses.

Parents to be na Blue Ridge
Já fazia uns dois anos, quase três, que estávamos tentando conceber um pequeno panda para alegrar ainda mais as nossas vidas. O plano era ter um nenê depois eu me formasse no mestrado em 2012. Se tudo funcionasse nos trinques, durante os três anos que o Bruno levasse pra terminar o MBA dele o bebê já estaria grande o suficiente para ir pra escolinha e eu iniciar o meu doutorado em agosto desse ano. 

Mas incrível, né, por mais que a gente esteja bem acostumado a sonhar, planejar, e mexer o pauzinhos pra botar o plano em prática, dessa vez as coisas não ocorreram exatamente como a gente imaginou. O Bruno se formou com honras, mas o nenê até então não veio. 

Cerimônia de Formatura do Bruno, dia 8 de Maio de 2015.
Não foi tempo perdido o período em que ficamos tentando engravidar. Foi muito bom -- tentamos várias táticas e estratégias, primeiro todos os dias, em diferentes horas do dia, depois dia sim dia não, usando a tabelinha, medindo a temperatura do corpo. Chegou uma hora que o negócio começou a ficar meio desesperador. Apelei para simpatias, tarô, promessas, e ainda assim, nada. Mulher de pouca fé!

Felizmente, o que as mandingas não conseguem resolver, a ciência e a medicina podem remediar. Fui encaminhada a um especialista em infertilidade e passei a seguir os conselhos do doutor. Diminuí a cerveja, parei com a cafeína, fiz uma dieta de ácido fólico, gastamos uma pequena fortuna em exames de todo o tipo...

Test Result: Ligeiramente Pregnant
Se a frustração era grande, a ansiedade era ainda maior. Desde dezembro eu aguardava as respostas das universidades para as quais tentei vaga pra PhD. Tudo parecia durar uma eternidade, até que recebi duas ofertas do doutorado!!! E os exames de infertilidade não apontaram nenhuma anormalidade. Porém, a gente já meio que tinha se conformado com a teimosia do destino, afinal, ia ser muita loucura fazer nenê e PhD assim, tudo junto.

Ai, ainda bem que não deu nem tempo de a gente desistir da ideia. Eu andava emocionalmente diferente -- mais nervosa, raivozinha, tinha umas cólicas estranhas, eu pra mim estava de TPM, mas a menstruação não descia nunca. Pior, tomava uma cerveja e ficava meio enjoada -- e pra quem me conhece sabe que, pra eu enjoar de cerveja, rá! Algo estava mesmo muito errado. 

Ou melhor, muito certo. Descobri que estava grávida no mesmo dia que meu cunhado Caetano chegou em Charlotte pra nos visitar, acho que foi 24 de março. Os planos preliminares envolviam muita festa, uns shows com a banda, e um grand finale em Machu Pichu antes de ir pro Brasil. Mas como fui descobrir naquele dia, fazendo xixi num palitinho, e mais outra vez só pra confirmar, um novo coraçãozinho pulsava dentro de mim, e pelas contas já estava com dois meses. 

Show do The Who em Raleigh com os maiores hits da banda

Os planos criaturescos do rock inca foram por água abaixo, mas nem tanto, fomos num show do The Who e da Joan Jett, gravamos duas músicas novas, fomos pras montanhas, depois pra São Francisco e fizemos o Big Sur de conversível pela California 1, descemos até Atascadero pra visitar nosso amigo Alexandre e terminamos as aventuras num congelante, mas mesmo assim maravilhoso, Yosemite Park. 

Yosemite Valley

Peguei uma gripe no meio do caminho, fiquei com dor de garganta, dor de ouvido, tosse, sinusite... e por causa da gravidez, não tomei nenhum remédio. Foi broca! Mas tirando isso, a viagem foi oááááátima. 


E se não escrevi aqui contando da nossa viagem, não foi só por preguiça... foi porque vida passou mesmo muito depressa, e a gente tá tentando controlar o voo. Nossos planos seguem saindo um tanto diferentes, mas o que importa é que continuamos fazendo eles acontecerem.

Primeira foto do nosso baby: just chilling 
Filho novo, vida nova,  universidade nova, cidade nova, casa nova, eu mais nova, ah, bem que podia, né! Mas nova, sim, de certa forma... Bruno diz que está gostando muito dessa minha versão embarazada, e eu também estou amando a versão "daddy" do meu amor. 


Baby boy, what a joy!
A gente agora fica feliz da vida e vendo o mundo dar voltas bem aqui na redondeza da minha barriga! 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Aventuras de Inverno


Primos e amigos trouxeram o espírito de Natal pra nossa casa!

Depois de um fim de ano um pouco tribulado por uma série de razões, eis que o Daniel (primo do Bruno) chegou para animar nossa casa, que estava triste e vazia depois que a Lu voltou para o Brasil... Logo o Natal chegou e com ele Marina, a irmã do Daniel, que além de sua companhia, nos presenteou com os mimos dos nossos queridos Selemes Zagonéis! Como é bom receber o carinho de vocês, que mesmo estando longe, sempre encontram um jeitinho de encher nossos corações de alegria! Obrigada =)

Milagre de Natal
Essas bandejas deliciosas foram obras do Daniel e da Marina.

Apesar de não contar com o mesmo gostinho de Natal com a família no Brasil, nossa ceia foi um sucesso internacional. Até o inverno amansou, a chuva do dia inteiro deixou de cair, e a noite foi muito agradável. Vieram animar a festa os nossos amigos catalães -- Oscar e Irene -- e seus filhos; também os nossos amigos Stephanie e Ali, o Ali é do Líbano. E no fim ainda tivemos a visita ilustre dos vizinhos que adoram uma festa.

Dia 25 aquela preguiça! Só de lembrar dos restos de Natal que me aguardavam na cozinha, custou pra eu sair da cama. Uma hora tomei coragem e levantei, mas qual não foi a minha surpresa ao me deparar com os talheres do faqueiro dispostos simetricamente sobre a mesa, prontos para serem postos de volta na caixa de onde não saíam havia-se lá quantos anos! A cozinha, milagrosamente limpa, reluzia iluminada! Esfreguei os olhos considerando a possibilidade de tudo não passar de um sonho, mas do sofá sorria pra mim Marina ZagoNoel que, cansada da viagem do dia anterior, foi a primeira a se render aos braços de Morfeu na festa, e acabou acordando cedinho, vítima do fuso horário brasileiro, e para minha sorte, bem disposta a organizar a casa! Meus leitores, eis um verdadeiro milagre de natal! Alguém que chega na véspera, ajuda a organizar a ceia, e depois limpa tudo antes de você acordar. Baita presente, obrigada Marina linda!

Explorando as montanhas da Virginia


Natural Bridge, VA

Dia 26 saímos cedo para nossa road trip rumo às montanhas, e seguimos em direção ao norte por aproximadamente três horas e meia até a Natural Bridge, uma imensa formação rochosa na Virgínia. Esculpida na rocha, a estrutura é um antigo santuário Apalache que muito se assemelha com um portal para uma nova dimensão onde se escondem fontes secretas de rios perdidos e gargantas guturais que devido ao frio, estavam fechadas ao público. O parque hoje é uma típica atração americana, conta com lojinha, mina fake para as crianças garimparem, museu de cera e parece que também até um zoológico. Apesar do frio, o sol e a caminhada de ida e volta até a cachoeira nos aqueceu.

Creekwood Cabin

Perto do fogo o frio não incomodava tanto

Do parque estadual onde visitamos a Natural Bridge, fomos direito para nossa cabana nas montanhas da Blue Ridge Parkway, onde nos instalamos e ficamos por três dias. Na primeira noite fizemos uma fogueira e tostamos marshmallows. Depois também exploramos as cidadezinhas ao redor, como Waynesboro e Lyndhurst.

To ski or not to ski


No sábado fomos nos aventurar nos picos nevados do Wintergreen Resort. Eu, Bruno e Marina preferimos esquiar, e o Daniel optou pelo snowboard. Bruno mandou muito bem, abominável homem das neves, peito estufado, descia a montanha como se nem fosse a primeira vez! Eu desci, mas desci rolando. Nem naquela esteira que levava a gente de volta pro topo do bunny slope eu conseguia subir e sair sem me desequilibrar. O teleférico então, apavorante. Você tem que sair daquela joça já esquiando e fazendo uma curva radical para a direita, uma adrenalina daquelas. Daniel no snowboard achou que já tava tudo dominado e se empacotou bonito, machucou o braço, esfolou o osso da bacia na neve, e ficou com um baita galo na cabeça. Ele não se lembra bem como, mas sobreviveu! E não sei se entendi direito, mas parece que Marina antes de subir no teleférico teve que se jogar no chão pra não ser atropelada por uma cadeira voadora. Enfim, foram fortes emoções!

To Be or Not To Be
Como em São Paulo, Staunton também tem uma Rua Augusta


No sábado à noite fomos para Staunton, uma cidadezinha típica de pé de montanha, com um centro histórico tão impecável que até parece cênico. Lá, eu e o Bruno assistimos Hamlet no American Shakespeare Theatre. Este teatro é uma reprodução americanizada -- ou seja, mais quadrada, moderna, coberta e com cadeiras estofadas em todas as sessões -- do famoso Globe Theatre em Londres, cujo original pegou fogo nos idos de mil seiscentos e bolinhas, mas que hoje conta com uma réplica fiel à beira do Tâmisa (e eu muito chique e exibida, posso me gabar e dizer que em 2014 visitei os dois). A peça foi muito legal, os atores eram ótimos, mas o figurino foi meio esquisito. A Ofélia tinha um vestidinho azul-Alice-no-País-das-Maravilhas e calçava um sapato híbrido, meio sandália, meio Allstar. Hamlet tinha um visual pós-moderno, mas indeciso entre o punk, o dark, o new-wave e o sadomasoquista cuecão de couro. Os figurinos destes protagonistas contrastavam com as clássicas e pomposas vestimentas de Claudio, o novo rei da Dinamarca, e Gertrudes, sua ex-cunhada-agora-esposa. A roupa do fantasma do rei assassinado pelo irmão era um misto de rústico, glam, e retrô, com tules, panos de estopa, e tecidos sintéticos prateados. Super ousado, na verdade. E no intervalo toda a trupe entreteve o público cantando clássicos deste horroroso pop americano moderno. Um pouco estranho, mas bem divertido!

A Pé na Appalachian Trail



Domingo apesar do dia bunda saímos pela Blue Ridge e fizemos algumas milhas na Appalachian Trail, o caminho original que os povos nativos abriram nas montanhas há sabe-se lá quantos séculos atrás. O tempo estava nublado e a serração às vezes engrossava virando uma garoa fria. Mas a paisagem silenciosa e adormecida do inverno deixou nossa caminhada mais contemplativa! Depois voltamos para Staunton pois tínhamos achado a cidade muito simpática na noite anterior. Mas por ser três horas da tarde de um domingo entre Natal e Ano Novo, quase tudo estava fechado.

Richmond e Williamsburg


As casinhas vitorianas da Monument Ave. Richmond, VA.
Na segunda cedo seguimos para Virginia Beach, onde passaríamos a noite. No caminho conhecemos Richmond, a capital da Virginia, uma cidade crucial para a história da independência americana, e que soube se modernizar conservando seu passado e os prédios históricos. E esta viagem acabou sendo mesmo um mergulho na história norteamericana. Saindo de Richmond, conhecemos a Colonial Williamsburg, que na verdade é uma réplica do que teria sido a primeira colônia na América do norte.

Praça da Execução em Colonial Williamsburg
Além das casinhas, praças, igrejas, vendas, havia pessoas vestidas de passado que provavelmente eram pagas -- ou vai ver se voluntariavam -- para interagir com os visitantes. Pena que o frio e a garoa não deixaram a gente aproveitar melhor o passeio. Em todo caso, foi muito legal ver a forma com que os americanos reverenciam, recriam, e revivem sua história.

Surf no Inverno: Fail

Estátua de Netuno em Virginia Beach
Finalmente chegamos em Virginia Beach, onde passaríamos a noite. Nosso hotel ficava entre o mar e um parque de diversões que, no inverno, obviamente, não funcionava. A roda gigante só que parecia estar rodando, mesmo sem ninguém dentro, embalada provavelmente pelo vento, o que só aumentava a nossa impressão de que estávamos em uma cidade fantasma. Mas imagino que no verão aquilo deva ser o agito da costa leste. O frio lá tava pior que o das montanhas. As lojinhas do píer e o boardwalk estavam fechados para o circuito das luzes natalinas, a única atração da cidade, muito brega por sinal.


Acordamos, tomamos café e fomos visitar o grande navio de batalha Wisconsin, que lutou na Segunda Guerra, na Guerra da Coreia, no Kuwait, Vietnã, Iraque, e Afeganistão. O Museu Naval também valeu a pena visitar. Tanto o navio quanto o museu foram atrações bem interativas, com veteranos de guerra dispostos a responder todas as nossas perguntas! Os caras aqui são tão orgulhosos de sua força naval, e acreditam piamente na dignidade da guerra para defender seus ideais de liberdade e impôr seus regimes econômicos e políticos em terras estrangeiras.

Apesar do meu repúdio à toda forma de violência, confesso que a lavagem cerebral que esses lugares proporcionam é uma das únicas táticas de guerra estadounidenses que não falham. Estou piamente convencida de que uma marinha bem desenvolvida é fundamental para o engrandecimento de qualquer nação. Praticamente inexistente em 1900, a força naval americana foi criada na década de trinta, e sua eficiência para a construção de bases e navios de guerra garantiu aos Estados Unidos sua supremacia bélica e econômica desde a segunda guerra mundial. A filosofia deles é mais ou menos essa: Nada melhor para garantir a paz (ao menos em solo americano) do que se preparar incessantemente para vencer na guerra (que eles vivem travando, sempre em solo estrangeiro).

Rumo aos Outer Banks




De Virginia Beach fomos para Kill Devil Hills, mais outro lugar histórico da América, onde os irmãos Wright testaram suas engenhocas até realizarem seu grandioso sonho de dar asas ao homem! O memorial é um lugar muito bonito e vale a visita, mesmo que nos dê uma pontinha de revolta já que na versão deles foram os americanos os primeiros a conquistar o céu. Obviamente, não há nenhuma menção ao 14-Bis de Santos Dummond, que já tinha dado a volta na torre Eiffel dois anos antes. Fico pensando se os irmãos Wright sabiam disso.

Feliz Ano Novo no Farol de Cape Hatteras

Nosso jantar de Ano Novo foi num restaurante bem batuta, mas passamos a virada na praia, tomando champanhe nos Outer Banks e vendo os três fogos de artifício que algum morador teve a bondade de soltar. O primeiro dia do ano amanheceu ensolarado e quase quente em comparação com o frio dos dias anteriores. Foi perfeito para conhecermos o famoso farol de Cape Hatteras e pegar o ferry rumo a...

Ocracoke, North Carolina


Primeiro pôr do sol do ano, visto do Ferry para Ocracoke

Essa ilha é um paraíso nos Outer Banks, e a pousada onde ficamos era muito aconchegante! Pena que passamos somente uma noite, pois no dia seguinte às sete da manhã pegamos o ferry para Cedar Island. Seguindo a recomendação de nossa host, jantamos uma comida tailandesa deliciosa, e fizemos amizade com o dono do restaurante que nos aconselhou a voltar na primavera, quando a ilha ainda não está abarrotada de turistas.

Reta final: Wilmington




Depois de pular de ilha em ilha, e conhecer lindas praias e dunas e faróis do Outer Banks, nosso último ponto de parada era a cidade de Wilmington. Ficamos num hotel no centro histórico da cidade, à beira do Cape Fear. Exploramos a região a pé, e de noite fomos jantar num pub jamaicano, com comida caribenha e banda de reggae ao vivo. Acordamos no dia 3 de janeiro e tomamos um brunch (uma refeição americana que mistura breakfast com lunch) antes de pegar a estrada de volta pra casa.

Responsáveis pela Rota

Primos lindos, e tão amigos! Dá gosto de ver!

O percurso da viagem foi todo planejado com antecedência pelo chefe da expedição, Bruno, e seus primos Marina e Daniel que se revelaram excelentes navegadores. A mim coube apenas aprovar e aproveitar o trajeto e achar tudo lindo, e claro, contar a história no fim. Tirando o Daniel ter levado uma multa por excesso de velocidade pouco antes da gente entrar em Charlotte, foi uma viagem perfeita! Já estamos prontos para explorar outros estados americanos ou quiçá outros países no próximo inverno... quem sabe o que este ano nos espera?

Feliz Quinze, queridos leitores!

~ F I M ~