terça-feira, 29 de setembro de 2009

O SEXTO DEDO UNIVERSAL!



Queridos e polidáctilos fãs! Se você tem um amigo na Europa, no Equador ou no Japão e sempre teve vontade de mostrar o Sexto Dedo para ele, seus problemas acabaram!

Agora o nosso disco pode ser inteiramente comprado/downloadeado no I-Tunes, no Tune-Core e na Free Amazon.

Mas não é só isso! Se você ou seu amigo exilado preferirem adquirir apenas algumas falanges, ou seja, somente algumas músicas, não tem problema. O ambiente democrático da net faz com que seja possível adquirir quantas músicas quiser sem pagar a mais por isso!

Ao adquirir um produto Criaturas você estará ajudando a banda a se reunir para uma série de shows com músicas inéditas no Brasil no início do ano que vem. Por isso, ajude a divulgar o Sexto Dedo!

Não deixem o sonho acabar!

O Homem-Mosca ainda voa!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Paranoia #1: A vingança das baratas.


E disse a Barata: Eu vi o que você fez na semana passada.

Chovia muito aquela noite e eu não pude ir fumar no quintal. Chovia torrencialmente. E eu não pude dormir sem antes fumar um cigarro. Mas fumar dentro de casa podia eu tampouco. Fui para a garagem. Resolvi não acender a luz, não sei por que cargas d'água. Acendi o cigarro. A primeira tragada sempre me arranca uma careta, que apesar de estar no escuro, longe de qualquer reflexo, pude visualisar perfeitamente. De repente me dei conta de que o escuro me desviava o prazer das tragadas, como se não ver a fumaça fosse prejudicial à saúde. A garagem cheia de tralhas, e eu no escuro. Vai que uma aranha...

Assim que acendi a luz, vi uma barata. Ela estava andando, tive nítida impressão, em minha direção; fez meia volta assim que a luz se acendeu. Por sorte tinha na prateleira um aerosol para baratas, formigas e outros insetos. Não hesitei. Cheguei com a lata bem perto da cascuda e lancei o spray nas suas costas, ela tentou voar mas só andou rapidinho, tonteou, subiu na parede, caiu de costas. Mais spray na barriguinha, morre filha da puta, olha o laquê, eu sarcástica pensava baixinho e ao mesmo tempo lembrava do clássico de Kafka. Um pouco sufocada do veneno e das rajadas de fumaça que eu soprava na barata ofegantemente, dado que a garagem era fechada, resolvi apagar o cigarro e a luz, chega de inalantes venenosos por hoje, eu pensei, vou tomar um leite antes de dormir. Amanhã varro a defunta.

Abri a geladeira e cheirei a caixinha do leite, não tava azedo ainda - curioso porque já devia estar aberto há mais de uma semana. Tomei um gole meio grosso, viscoso, quase iogurte. Resolvi segurar a ânsia porque aprendi na sétima série que leite era básico e que fazia bem para ácidas intoxicações, equilibrava o PH e essa merda toda, just in case o veneno da barata se voltasse contra a envenenadora.

Subi as escadas. Como de praxe, quando cheguei no último degrau, lembrei de pegar o isqueiro na garagem, dado que aquilo é uma estufa e que o calor é infernal, vai que vaza ou explode... abri a porta, desci os dois degraus e tateei a prateleira pra procurar o isqueiro, mas não senti nada na mão, e bem estranhamente, senti algo no pé. Chutei o ar com veemência, meu chinelo voou longe, será que a porra da barata... acendi a luz. Não era a barata. Era uma legião delas, uma legião de cinco ou seis, eu confesso, mas o suficiente pra me arrancar um berro no romper da madrugada.

Peguei o veneno e jateei aos sete ventos, sacudi a roupa, comecei a me coçar inteira e estapear as pernas, a cabeça, os braços, tamanha a paranóia de que mil baratas me escalavam o corpo, tipo Indiana Jones. Tudo isso eu fazia com uma mão - e enquanto pulava como um pajé em cerimônia de cura, cuidando bem pra não pisar na barata morta e sentir aquele cleque - a outra acionava o aerosol em mim, no ar, no chão. Fiquei naquela dança patética bem umas frações de segundo até retomar o controle da situação. Muito bem! Baratas tontas, eu também. Esqueci do isqueiro e voltei pra cama só com um pé de chinelo.

Aquela noite tive muitos pesadelos e no dia seguinte acordei um caco. Vomitei uma gosma verde e espumante no chão. Na garagem, mil formigas devoravam as baratas envenenadas, e eu pensei, que porra de veneno que também mata formiga uma ova! e resmunguei escárnios inteligíveis enquanto pegava meu chinelo virado num canto. Mais veneninho, agora nas formigas. Algumas morriam, outras dispersavam, algumas nem tchum.

Maldito calor, maldito veneno, malditos insetos, preciso de um cigarro, cadê meu isqueiro?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ilustríssimo sogrão

Em foto oficial no Skywalk - Grand Canyon

Tendo em vista vossa alegação de que minha resposta anterior fora insuficiente, venho por meio desta retificar-me junto à vossa adorável pessoa, postando, desta vez, uma mensagem mais cuidadosamente elaborada.

Confesso que meus olhos nem sequer notaram, na primeira e ávida lida, tal volume de equívocos linguísticos cometidos em vosso primeiro comentário, uma vez que atentei não para a forma, mas sim para o conteúdo da mensagem.

Ainda agora me recuso a reparar em tais detalhes, com excessão talvez de "Paninha", que ficou deveras engraçado, lembrando-me de "Flanelinha" - designação daquele tipo de trabalho informal existente no Brasil e demais países em desenvolvimento (sempre fui contra os termos "países subdesenvolvidos" ou "de terceiro mundo". Aliás, existem países de segundo mundo? Haveria uma lacuna semântica em tão injusta nomenclatura?).

Pois bem, tão estimado sogrão! Como tu sabes, impossível não ficar saudosa dos eventos familiares e das especialidades gastronômicas oferecidas nestas ocasiões, mas tal sensação pouco se assemelha ao ciúme ou à inveja, sentimentos esses que fazem mal ao coração podendo até causar gastrite. A saudade, por sua vez, pode doer um pouco, mas com o tempo se torna um estado emocional de certa forma até agradável, de modo que algumas vezes, quando não mais temos motivos para sentir saudades, sentimos saudades de sentir saudades, não é mesmo?

Quanto à nossa foto no Skywalk, tanto ela merece uma postagem especial que o farei tão logo eu a receba em algum formato compatível (gif ou jpg), caso a técnica que me utilizei para extraí-la do PDF não obtenha sucesso.

Sem mais para o momento e certa de que o trabalho não apenas dignifica o homem como também lho proporciona memoráveis aventuras, despeço-me com o ávido desejo de que muitas obras se façam cumprir no decorrer deste ano, para que no vindouro possamos desfrutar do prazer de vossa companhia, quem sabe, no Alasca?

De sua sempre saudosa norinha,

Panda.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Grand Canyon Experience

Passeio obrigatório para quem vai a Vegas é visitar a famosa represa Hoover Dam. Famosa mesmo, você certamente já deve tê-la visto no filme do Superman, naquela cena clássica em que ele salva um garotinho que cai de uma barragem. Lembrou? Então.



Esta é a Hoover Dam, que represa o Rio Colorado, cuja nascente fica lá nas montanhas rochosas do estado que leva o mesmo nome (onde eu estava no final de 2007), percorrendo vales e cannions nos desertos de Utah e Arizona, ali fazendo divisa com o estado de Nevada, a mais ou menos umas 30 milhas (aproximadamente 50 quilômetros) de Las Vegas.



Las Vegas, por sua vez, não seria a mesma sem o Rio Colorado e a Hoover Dam. Toda a energia que abastece a cidade e seus incontáveis milhões de luzinhas vem de lá. A represa é de fato a divisa entre os dois estados, e para ir de Nevada para o Arizona em direção ao Cannion, você obrigatoriamente tem que passar pela barragem. A estrutura impressiona. É um gigante no meio do deserto.


Construída no início da década de 30 - época em que o país ainda era assolado pela Grande Depressão - a Hoover Dam ficou pronta em 1936, dois anos antes do planejado. Toneladas de pedras tiveram que ser removidas dando lugar às toneladas de concreto necessárias para levantar o paredão que represa o rio. É, sem dúvida, uma das maravilhas da engenharia moderna.


Chegando no estado do Arizona, a paisagem já começa a ficar diferente, e paredões de rochas e montanhas levantam-se no horizonte do deserto, já nos dando uma noção da magnitude do Grand Cannion e, inevitavelmente, nos lembrando daqueles filmes de bang-bang que assistíamos na Seção da Tarde em nossa infância. Eu olhava praquilo ali e só ficava esperando pra ver um índio surgir no topo de uma pedra, ou quem sabe, um cowboy daqueles do mundo de Marlboro.


Mais uns bons 50 quilômetros de highway e estrada de terra, você chega na reserva dos índios Hualapai, que construíram a mais nova atração do deserto, o Sky Walk.


Uma estrutura metálica e de vidro que, presa a um dos paredões do cannion, avança para o precipício em direção à outra margem, que fica a uns 5 quilômetros de distância. Além de desembolsar alguns dólares, você precisa de uma boa dose de coragem pra encarar a aventura. Dá um frio no saco!


Impressionante que antes de entrar nesta atração você fica ali, no topo do cannion, e entre você e o abismo não tem nenhuma gradezinha sequer. O único dispositivo de segurança é um aviso mui amigo do guia turístico: não se aproxime demais da margem e não ande fora da via asfaltada, o deserto tem cobras e escorpiões e o hospital mais próximo fica em Las Vegas!


Clique na imagem para ampliar e ver "o menino dos meus óculos".

Mesmo assim, impossível não se aventurar e escalar as formações rochosas para se sentir no topo do mundo. Ta aí uma das paisagens mais encantadoras que nossos olhos já viram, da qual certamente jamais nos esqueceremos!


Agradecimentos mais que especiais ao sogrão e à Fatiminha, que além das fotos desta postagem nos propriciaram estes grandes e memoráveis momentos para enriquecer o conteúdo do meu humilde e desatualizado Diário de Bordo!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Viva Las Vegas!


Esta postagem é um oferecimento Xandy & Brunior Produções. Agradecimentos: Sogrão pelas fotografias. Fatiminha pela cessão de seus relatórios de viagem. Mas sogrão, o crédito pelo título da postagem eu devo ao Bruno, que vira e mexe canta do jeitinho que é só dele: Vivaaa Las Vegaaas...


Aos 15 dias de agosto embarcávamos eu, Bruno, Sogrão e Fatiminha, para mais uma grande aventura após o show do Paul no sábado 14, em Atlanta. Destino: Las Vegas. Seis horas de vôo. E pelo menos duas delas sobrevoando os desertos e cannions do Arizona e de Nevada.

Arriving in Las Vegas, entramos no saguão do aeroporto e já demos de cara com um monte de slots, ou caça-níqueis. Bruno e eu pegamos nossa mala e saímos fumar um cigarro lá fora, não eram seis horas da tarde e devia estar uns 40 graus. Enquanto isso Sogrão e Fatiminha esperavam pacientemente pela mala, que só seria entregue no dia seguinte no hotel onde ficamos, o Mirage.

O nosso hotel visto do Stratosphere

Fora o imprevisto da mala, que hopefully iria chegar ainda naquela noite de domingo, tudo estava muito lindo. Pegamos um táxi para o hotel e, enquanto o Bruno e o Ivo faziam o check-in, eu e Fátima admirávamos a decoração, as muitas pessoas indo e vindo, as duas meninas andando de biquíni e salto alto... Do saguão do hotel para a entrada dos quartos tínhamos que passar pelo cassino: uma infinidade de caça-níqueis, garçonetes, gamblers, dealers, mesas de poker e de 21, restaurantes, bares, lanchonetes, pubs, tudo dentro do próprio Mirage!

Deixamos nossos pertences no quarto e fomos dar uma voltinha no Ceasar's Palace, um outro hotel que, como a maioria deles em Las Vegas, inclui cassino, lojas, praças de alimentação, galerias de arte, auditórios de shows e teatros. Jantamos no Planet Hollywood e voltamos para o nosso hotel a tempo de assistir a uma erupção vulcânica no Volcano Mirage. Um show de luzes e águas sonorizado com tambores num chafariz disfarçado de vulcão, bem meia boca na verdade. Tão meia boca que falhou na primeira tentativa. A gente pensou, tá é só isso? Daí a música parou e começou de novo. Ah, bom, agora sim. Daí na segunda vez deu certo, mas mesmo assim, quando acabou, a gente pensou: tá, é só isso? E era. Tão trivial que o vulcão entra em erupção de uma em uma hora, todos os dias, sempre das sete da noite até meia noite! Subimos e fomos pra caminha, e pasmem, sem apostar na sorte.

Na segunda de manhã acordamos e o Ivo já estava no computador trabalhando, então eu, Bruno e Fátima saimos tomar café no Mc'Donalds. Aqui nos States, até as onze da manhã o Mc'Donalds só serve café da manhã, e não o cardápio comum que conhecemos. Tá certo que o café é bem americano, tem omelete, biscuit com sausage, burritos de queijo, presunto e ovo e outras bizarrices deliciosas que saboreamos com prazer.

Voltamos resgatar o Ivo e enquanto o Bruno subiu para chamá-lo, eu e a Fátima resolvemos apostar 1 dólar cada uma nas maquininhas. Ganhei logo de cara 18 dólares! Claro que nas outras jogadas perdi tudo. Ivo e Bruno chegaram e seguimos para o Stratosphere, uma torre de centos e tantos andares, em cujo topo há um observatório, 360º de overview de Las Vegas, além de ter 3 brinquedos radicais. Um deles você fica num carrinho de montanha russa, cujo trilho não deve ter mais do que 10 metros, que desce do terraço numa inclinação de uns 45 graus pra fora do prédio, ou seja, parece que vai cair lá de cima. Se alguém de nós foi? Não. Muito caro. Mas nem se fosse de graça! Os outros brinquedos eram um elevador (bem no topo) e outro que ficava rodando, pra fora do prédio também. Não, não fomos em nenhum, achamos inclusive que o elevador era o menos estúpido de todos. Onde já se viu ficar se aventurando nesses wild rides a 350 metros de altura? Benza Deus. Se fosse há 15 anos atrás, eu provavelmente iria em todos. Eu não tinha medo de nada naquela época!



Voltamos para o hotel e o Ivo tinha mais coisas do trabalho para resolver, então eu, Bruno e Fatiminha fomos na piscina. Lá encontramos com uma família muito simpática de Curitiba. Era um casal e 3 filhos. O mais velho era ninguém menos que o campeão brasileiro de Poker. Mas como ele ainda não tinha 21, não podia jogar em Las Vegas e estava muito frustrado. Infelizmente só conversamos muito brevemente, pois tínhamos que tomar banho para tchanananãããm... ver o LOVE!


O Love na verdade foi o motivo principal da nossa ida a Las Vegas. Fora o sonho de conhecer a cidade, claro. Mas principalmente depois de assistir ao espetáculo, fica ainda mais claro que só ver o Love já é um motivo mais do que justificável para ir pra lá. Não existem palavras - nem fotografia, infelizmente - pra explicar o quão maravilhoso é este show. Boa parte da trilha sonora, quem já ouviu o CD conhece, mas no show são inseridos diálogos e também outras músicas. É inacreditável. Muito emocionante, eu não vi uma pessoa que não saiu de lá, senão com a cara inchada, com os olhos vermelhos de chorar. É fora de série. Inexplicável, muito muito muito muito maravilhoso. Todos deveriam ter uma oportunidade de assistir. Principalmente quem é fã dos Beatles.


Um dos motivos, aliás, pelo qual chorei e chorei bastante, é que eu queria que tanta gente também pudesse estar ali sentindo e vendo a mesma coisa que a gente... deu uma saudade dos sobrinhos, dos irmãos, da mami, dos amigos... ai, ai!

Bom, por enquanto é só. Ainda falta narrar as aventuras no deserto: Hoover Dam, Grand Cannion, Sky Walk, e nossa última noite em Vegas, com direito a um show de ilusionismo do mágico e comediante Lance Burton. Mas estes episódios serão narrados em uma próxima postagem. Até lá!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Alou além!

Antes de mais nada, tá tudo bem, eu estou viva, bem viva, vivinha da silva! Apenas sem tempo pra piscar devido ao "amount" de coisas pra fazer e botar em dia!

Hoje dei a minha quarta aula - na verdade foram 8, duas por dia - e a coisa até que tá indo bem, meus aluninhos já sabem se apresentar, dar bom dia, boa tarde, boa noite, e até dizer e aí, beleza?, porque acho um absurdo esses livros não ensinarem o jeito mais usado de se cumprimentar uma pessoa - então eu aproveito para inserir esses "gaps" culturais que o material não apresenta. Também sabem perguntar e dizer as horas, as datas, o endereço, essas coisinhas preliminares. Tem sido bem divertido, sabe?

Fora isso estou fazendo uma matéria mucho loca chamada Cinema Cubano - neste semestre estou apenas estudando matérias pedagógicas para ensino de ensino superior e esta outra de cinema. Já estou metendo meu narizinho durante as aulas e participando mais, ainda que no meu poor English (mas em duas semanas de universidade ele já melhorou consideravelmente).

O Bruno tá meio solitário porque agora ele chega em casa e eu não estou - a maioria das aulas é de tarde e de noite. Daí ele comprou uma bicicleta pra eu poder ficar com o carro. Depois comprou uma TV de várias polegadas e um home theater. E agora ele está in love com seus novos brinquedinhos, quase não sente minha falta. Hehehe. Claro que isso não é verdade.

Mas meus queridos adoráveis e muito amados leitores, creio que a verdade seja essa: daqui pra frente a atualização deste blog será mais esparsa. Dá muito trabalho ser dona de casa (ainda mais quando se trata de uma baita casa), fazer mestrado, dar aula e ainda por cima atualizar um diário diariamente. Por isso peço a compreensão de vocês com a garantia de que sempre - ao menos uma vez por semana - prezarei por manter este espaço e este canal de comunicação com vocês, que tanto me deram suporte quando eu aqui não tinha muito a fazer.

Outra coisa é que infelizmente não vou poder acompanhar tanto os blogs prediletos que eu - antes de começar a correria - visitava com tanta frequência... muitas vezes mais de uma vez por dia, só pra ver se tinham respondido ao meu comentário.

Finalmente, o bom dessa loucura toda (afinal a gente sempre tem que dar um motivo pra keep on going), é que eu não tenho muito tempo pra ficar pensando na saudosa malóca... mas não se enganem, estou muito longe de não sentir saudades. Ela só não é algo mais tão impertinente, tão constante, tão angustiante e tristonha, nem deprê. Agora é só uma saudade que, oxalá Deus queira, logo logo vai dar pra amenizar.

Aos amados, amo vocês! Aos desconhecidos, leiam os antigos posts e voltem sempre. A todos, até breve!