sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Domingão pra completar...

Repassando o convite do Caetano:
 
 
olá amigos colegas e afins!
 
Neste domingo 26/09 20h tem o espetáculo CABARÉ DOS PALHAÇOS no Espaço Cultural Cia dos Palhaços.
A trilha sonora será executada ao vivo por conta da CENTRAL SISTEMA DE SOM, que é:
Leonardo Daniel - bateria, teclados e samplers
Caetano Zagonel - contrabaixo
Guilherme Miúdo - cavaquinho wah wah
Mariana Miúdo (musicista convidada) - flauta transversal
 
SERVIÇO
Espetáculo: Cabaré dos Palhaços - dom 26/09 20h
Local: Espaço Cultural Cia dos Palhaços (R. Amintas de Barros, 307, Curitiba-PR)
Preço sugerido pela casa: R$20, meia R$10 (tecnologia social do ingresso - saiba mais no site)
Contato: 41-3077-5009 - www.ciadospalhaços.com.br

 
compareçam!


Show de primeira!



É hoje e amanhã... pra quem quiser fazer uma boa ação e ouvir boa música, de alma e som paranaenses!


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Filme Idiota


Geroge Clooney, ou melhor, o Americano, é um assassino e construtor de armas. Como tal vive sozinho, sempre fugindo, e sempre paranoico. Um mote interessante. Porém, apesar da própria capa e de todas as sinopses indicarem, ou melhor, sugerirem um excelente thriller envolvendo muito suspense e ação, na verdade o filme é devagar quase parando, enfim, não passou de uma grande decepção. 

E como se mede a decepção de ir ao cinema na esperança de ver um filme bom e o filme ser meia-boca? Pelo número de suspiros impacientes que você dá durante a projeção. Ou pelo número de vezes que você pensa em levantar e ir embora. A decepção é, enfim, proporcional ao tamanho do arrependimento de não ter resolvido ir embora antes, na esperança de um turning point que nunca viria. Ra rá!

Dá muita raiva. Até pra quem gosta do galã - como eu - vai ficar revoltado.  Por isso, deixo aqui minha dica: não desperdice seu tempo, muito menos seu dinheiro pra ver o filme no cinema. Arranje mais o que fazer, outro filme para ver, ou espere sair em DVD pra assistir no conforto de casa. Sério! Dá muita raiva! 

Tá. Pra não dizer que o filme é uma grande, grande merda, devo confessar que as locações e os settings são super interessantes, que a fotografia é oátima, que os ângulos de câmera sugerem muitas possíveis interpretações que, infelizmente, não passarão de interpretações pois nunca serão confirmadas, e que tudo isso é muito "cult" pra quem curte cinema, mas perde todo o sentido quando os clichês mais clichês da sétima arte (como o protagonista se apaixonar por uma prostituta e ela pelo assassino) são frustrados por um final idilicamente triste. Tenha dó!!! 

Beijo gente. Fui!!!



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ZZ Top, Tom Petty and The Heart Breakers



Hoje presenciamos outro grande momento de nossas vidas: vimos Tom Petty e os Heartbreakers ao vivo, em alto e oááátimo som, no anfiteatro da Verizon Wireless. O lugar era uma beleza, estrutura de dar gosto, que deu conta de um público numeroso, ávido pelos mais empolgantes acordes do bom e velho rock'n'roll! O palcão era animal! Telões compridos nas laterais e umas colunas de tela em background, projetando as mais loucas imagens e efeitos de luz! Mega-produção... tudo bem equalizado, ouvia-se perfeitamente, nenhuma microfonia, nenhuma cara feia de músico no palco. Tudo nos trinques, como todo mega show deveria ser.



ZZ Top abriu a noite com seu blues barulhento e encorpado, produzido pelo power trio texano que, já na flor dos 60 anos de idade, toca junto há 40 décadas... barbudos, velhos, exóticos, exibicionistas, piadistas e, acima de tudo, excelentes músicos, ZZ Top agitou uma arena ainda meio vazia, cheia de um público tímido, entrecortada por alguns entusiastas que, fãs de verdade, dançavam e entoavam letras, acordes, gritos e aplausos!

Eu não sou muito fã de ZZ Top, nunca fui, mas hoje posso dizer que nunca serei, porque ainda que ao vivo seja mais legal, o som, sei lá, não me atrai. Gosto do blues menos barulhento, menos cheio de meia volta volta e meia vamos dar, menos progressivo, mais arraigado nas origens. Blues é blues, bicho. Mas não tenho por que falar mal, afinal, depois de um Tom Petty e uns Heartbreakers, até o ZZ Top pareceu mais harmonioso.



O Tom (sim, já me sinto nesse grau de intimidade!) é um artista tímido, humilde, de poucas palavras e muitas canções. Do rockão nervoso às baladas embaladas, ele transita entre sonoridades diversas,  paradoxicalmente usando quase sempre as mesmas notas, fazendo tudo soar tão simples e ao mesmo tempo tão perfeito. 

Gosto do Tom Petty porque ele tem a fórmula da simplicidade em cada música, em cada arranjo, nada sobra, tudo é bem organizadinho, e se por acaso o caos acontece num ponto da música, faz todo o sentido... Gosto do Tom Petty porque o som que ele faz tem identidade. Uma vez que você conhece o trabalho, é escutar o primeiro acorde de qualquer música dele no rádio, e saber logo de cara: isso é Tom Petty. Soa Tom Petty. É claro que é Tom Petty.

Gosto do Tom Petty porque ele me lembra minha juventude, da minha primeira banda. Aprendi a escutar Tom Petty quando eu tocava no Wasted, banda despoticamente comandada por Joan Lang, apaixonada por Tom Petty, de sair coraçãozinho dos olhos, crazy mesmo pelo cara.

Gosto da voz característica do Tom Petty. Do jeito que ele canta, das letras que ele compõe, das músicas que ele produz (se é que é ele quem produz). Eu gosto dos dentes do Tom Petty. E do sorriso, obviamente. Das guitarras então, não sei de qual gosto mais: se da Fender Jaguar, se da Gibson J-200, se da Gretsh, semi-acústica, se da Rickenbacker. Acho que da Rickenbacker, se eu tivesse que escolher assim, agora neste momento.

E hoje eu gosto bem mais do Tom Petty, porque ele me fez arrepiar, cantar, dançar, pular, gritar, e sorrir que nem uma retardada o tempo inteiro. Sim, ele me fez feliz, durante aproximadamente duas horas, e provavlemnte pro resto dos meus dias... sempre que eu lembrar deste domingo, vou sorrir nem que seja só por dentro!

E claro... para o resto de meus dias também lembrar que a razão de toda essa felicidade só podia ser o meu amado menino Bruno... que me deu mais esse presente! E agora em outubro Bob Dylan vem aí... aguardem!


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Companheiros e companheiras!



Não deixai-vos enganar por esta vil, 333ª (tricentésima trigésima terceira) postagem! Trezentos e trinta e três é só a metade de meia-meia-meia, o famoso número da besta. A postagem é, portanto, só meio besta, ou pelo menos por enquanto.

Mas lembrem-se!  Este é ano de eleição!

Depois de três cervejas e de um feijãozinho preto (com lingüiça americana, diga-se de passagem), resolvi curtir a vadiagem e compor mais uma postagem. Mas voltando ao feijãozinho, num tom meio sacana (e hoje até que tô no mood pra sacanagem), digo que a minha lingüiça predileta é de fato a brasileira. Mas deixemos de besteira. Ou pelo menos por enquanto.

Por aqui tudo bem, tudo azul, com pouca ou nenhuma chuva, e um calor até que bem agradável. O som ensudercedor das cigarras é que me assusta e incomoda. E assim falou Zaratustra, quando ainda estava na moda: Nietzsche não ME explica. Nem Freud, nem e muito menos Dostoiewski. 

Eu queria ter tempo pra ler os clássicos filosóficos do Iluminismo: Voltaire, Russeau, e o que mais dos benditos e malditos franceses?! Deus, como eu ainda sou burra! Uma burra confusa e, o que é ainda pior, uma burra moderna e colonial, isto é, veja, uma burra controversa.

Mas mudemos de conversa. Falemos sobre os mudos! Já que quase todos os mudos do mundo assim o são porque são surdos, eu me pergunto: de que vale o céu azul e o sol sempre a brilhar?  

Eu quero ouvir o Chico Buarque!

Eu quero comer um cookie!

Banana no cu que é bom o k@R&IHº!

E disse o Rei: Todos estão surdos!

/dizem que sou louco . . . por pensar assim . . . se sou muito louco . . . por eu ser feliz . . . mais louco é quem me diz . . . e não feliz . . . não é feliz . . . eu juro que\

Hoje eu estou tocando piano, banjo e violão. Mais ou menos bem, como de costume, dependendo do ponto de vista de quem ouve ou escuta. E lendo livros chatos, bons, interessantes, incessantes, e tudo ao mesmo tempo.

Geintein! Eu não tenho tempo pra nada e ainda assim me dou ao luxo embriagado do brainstorm. Close the gate! O Príncipe da Pérsia vai salvar a princesa, com certeza.

Eu bem que queria organizar meu pensamento, mas neste very momento tudo que me vem é  válido, é oátimo, é uma beleza. Eu não matei meu pai. Eu acredito em você. Muito obrigada. Não tem de quê. Ou - de nada.

Você não se preocupe não, mãe, sogro, sogra, irmã(o), tia, tio, avó, sobrinho, primo, amigo, leitor. Eu na minha mais embriagada e sã consciência, peço-lhes paciência... às vezes no silêncio (ensurdecedor das cigarras) da noite, entre uma e outras cervejas, eu escrevo pela primeira vez -- desde que o semestre começou -- tudo que me vem à cabeça.

É! Q-qu-que-quem sabe eu esteja louca! Pior que a Lady Gaga, gaga, louca e gagá! Mas, mais dia menos dia,  mais médica do que louca, digo com todas as letras: tragam-me outra cerveja! Porque ainda que tudo exploda, toda loucura -- ainda que muita, e sendo ainda pouca -- é eterna e portanto dura.

E LEMBREM-SE: ESTE É ANO DE ELEIÇÃO.

Garção!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Aniversário do Bruno!

 Bruno, eu, Bob e Cathy

Quinta que passou meu amor fez 31! A festa foi sexta dia 27, e foi oááááátima! Mas dada a correria da semana (que desde então continuará até meados de dezembro), deixei a atualização só pra hoje. Devido ao número de convidados (mais de 30) resolvemos fazer a festa no Midtown Sundries, um barzinho bem batuta que tem aqui do lado de casa. E todo mundo apareceu!

Vizinhos Mike (à direita), o marido da Deby (que não lembro o nome à esquerda) e o Arthur no meio.

O Mike também estava aniversariando, então fizemos a festa juntos! 


A vizinhança de fato apareceu em peso: Chuck, Karen, Terry (esposa do Chuck) e Dan  (marido da Hope que me levou pra praia) com seu charmoso chapéu Panamá!


E alguns amigos da UNC também foram! Paris e seu cacho que também não lembro o nome...


E só dois brasileiros compareceram ao nosso get together: nosso intercambista João Paulo e a Rafaela, do Recife, que também está aqui pelo mesmo programa que ele!


Belinda e Mike, nossos queridos e adoráveis vizinhos que junto conosco armaram a festa... foi  tudo lindo, divino maravilhoso! E agradecemos imensamente os presentinhos enviados por correio! Tia Cati, Fatiminha, Ifinha, vó Rosa e vó Diva mandaram muitos CD's legais: Sinatra e Jobim, Jimmy Hendrix em edições especiais de 40 anos, e o mais novo trabalho do Pato Fu, um CD genial intitulado Música de Brinquedo. Agradecemos à Tati que nos mostrou a obra e nos instigou a incluí-la na lista! E agradecimentos especiais à  Tia Cati,  que me mandou um mimo de mini-poemas completos de Pessoa/Caieiro!

Obrigada, família! Amamos vocês!