sexta-feira, 22 de março de 2013

O Macaco Ornamental


Hoje terminei a coletânea de contos de Luis Henrique Pellanda, O Macaco Ornamental. Como já disse num tweet matinal, o livro foi uma injeção de frio curitibano nas minhas veias. De linguagem precisa, ao mesmo tempo simples e eloquente, a obra é um tiro certeiro no peito dos urubus que nunca se cansam de bicar os restos imputrefáveis de uma literatura cuja grandiosidade se imagina inexistente, ou confinada aos nomes do passado. E não é nenhuma novidade que bons ventos literários sempre sopraram no sul. Aliás, a frialdade de Curitiba nunca deixou de parir poetas, músicos e escritores espetaculares. Já em seu primeiro livro, Pellanda prova dominar todas as artes da palavra. A musicalidade e o ritmo que emanam dos textos demonstram que eles foram escritos pra serem recitados, muito mais do que meramente lidos. Não é à toa que Pellanda vem dispondo alguns de seus contos no EletroFicção, um projeto literário-musical encabeçado por ele e o produtor Rodrigo Stradiotto. Abaixo compartilho um dos meus contos prediletos da coletânea. Se você, como eu, deseja ir em busca de aventuras literárias instigantes, O Macaco Ornamental é destino obrigatório.



Nenhum comentário: