sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Cuarenta en Cancún

Da esquerda para a direita: Fatiminha, eu, Bruno e BoniTony, e Ivovô

Não se iludam, raros leitores, vou limitar meu muy malo Espanhol apenas ao título desta postagem. Ela narra, um pouco tardiamente, nossa primeira aventura no mar do Caribe. A viagem foi um presente do meu maridão para celebrar, em grande estilo, meus quatro decênios de existência.



Saímos do frio de Atlanta na sexta-feira, 14 de dezembro, véspera do meu niver. Não foram nem três horas de voo até desembarcarmos no verão da Península de Yucatán, ao sul do México. Mal chegamos no aeroporto e já fomos cercados por ambulantes do turismo. ¿Hablan Español? English? Eles perguntavam e, nas duas línguas, iam nos oferecendo todo tipo de pacote para pirâmides, passeios marítimos, experiências piratas, etc.



Conseguimos nos desvencilhar dos primeiros vendedores e saímos pegar a van que nos levaria até o hotel, um resort excelente chamado Panama Jack. A vista do nosso quarto era de tirar o fôlego, de um lado tinha o verde fosforescente do mar do Caribe, do outro o verde escuro de um dos muitos lagos que banham a Península.


O Panamá Jack oferece estadia completa com refeições e, o mais importante, muitos bons drinks, tudo incluído. Portanto, tudo o que você tem que fazer, além de comer, beber, se divertir e relaxar, é dar "propinas" (gorjetas) para os funcionários.




Tiramos um dia para fazer um passeio até as ruínas de Chichen Itza, que foi, antes de Colombo, um importante centro político e religioso da civilização Maia pré-colombiana.


O passeio incluiu outras atrações como a visita a uma vila Maia moderna e a um dos muitos "Cenotes"--ou furnas-- que serviam, de acordo com as antigas tradições maias, não apenas para fornecer água. Alguns deles eram exclusivamente tratados como um lugar sagrado, onde sacrifícios e oferendas aos deuses eram realizados.



Yucatán é um México completamente diferente, a paisagem praiana do Caribe à parte, o interior é coberto de vegetação, portanto não remete em nada o solo desértico do centro e norte do país. A comida, a simpatia e amabilidade dos Mexicanos, no entanto, continuam as mesmas!

 

A semana passou rápido demais, mas deu pra relaxar e descansar e renovar as energias para um 2019 cheio de novas emoções... que aventuras nos aguardarão quando chegarmos para redescobrir no Brasil em Abril? Aguarde as próximas postagens...





Um comentário:

Fátima Zagonel disse...

Como que eu ainda não sabia desta pérola?? Só não concordo com a cor do mar...é azul piscina. Foi muito bom curtir com vocês este mar este céu este baby....beijos