De noite tava deprê. Queria sair. Mas todo mundo trabalha na segunda, e eu só começo a trabalhar na terça, então seria a minha grande chance de curtir uma balada antes de dar duro. Mas sozinha não tava afim. Fiquei em casa, esparramada pelo chão mais do que batatinha quando nasce, ouvindo e deletando alguns arquivos do meu gravador para dar espaço para novas canções. Deu uma saudaaaade, ouvir a voz do Bruno, do Caetano, da Eliza, da Deza, do Zé Ivan (a gente jogando imagem e ação, tem gravado quase uma hora de bobagens!), a Cosmonave no rádio, eu e o Fábio Elias e as nossas canções do Cansei de ser Pobre (um projeto musical que nunca saiu da mesa do bar), então fiquei aqui me torturando com lembranças do Brasil. Ah! Mas o que eu ri!!! Enfim! Foi mais um conforto do que uma tortura.
Lá pelas oito da noite a Britney apareceu com três gurizinhos aqui em casa e uma vodka. Eu tinha comprado limões pra temperar salada e fazer limonada suíça, mas diante daquela garrafa de vodka tive a grande idéia de introduzi-los ao mais famoso brazilian drink, a Caipirinha. Nem preciso falar que eles adoraram e enlouqueceram no segundo copo.
E desta vez lembrei de levar a máquina!
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