terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

18/02/2008 - Why, Lord, why…

Poster que ganhei pra desenhar na garrafa maior... eu só tinha canetinha verde e preta, então... achei que ficou legal!!! Clique na imagem para ampliar. Do not swallow, it's a bottle full of poison!

To começando a achar que Deus tá de cara comigo. Como eu previa, levei a bronca no trabalho e assinei minha primeira advertência, mais duas dessas e eu sou mandada embora. Isso foi o de menos. Durante o trabalho virei a minha unha fazendo uma cama, ela quebrou bem no meio da carne, sabe, descolou pela metade, ai que dor filha da pu...


Depois do almoço recebi uma ligação da Ashy perguntando se eu tinha lido o jornal… saiu uma nota sobre o caso e ela contava uma história diferente da que os detetives nos disseram. O cara está solto, pagou a fiança de quinze mil doletas, vai responder o processo em liberdade e a pena é de 4 a 12 anos de cadeia, se for condenado. A primeira audiência é amanhã de manhã às 10:30 então troquei meus days off pra amanhã e depois ao invés de quarta e quinta.


De noite eu, a Ashy e o Jeff fomos no Wall Mart, em Frsico, comprar umas roupas mais formais pra audiência. Comemos um cheese burger e compramos uma caixa de cerveja pra tomar em casa, pois a gente sabia que tinha uma longa noite pela frente…


Na volta passamos no Goat pra encontrar com a Tina, ela tava com a chave do antigo apartamento da Ashy (aqui no primeiro andar), e a Ashy precisava ter entregue a chave hoje. Então a Ashey desceu do carro e entrou no bar pra buscar a chave, mas segundo ela, a Tina tava com uma amiga velha e gorda e ambas estavam bêbadas… enfim, esta amiga da Tina jogou um copo de cerveja na Ashey, que por sua vez saiu do bar furiosa e chorando, mas pelo menos ela tinha pegado a chave.


No meio do caminho, porém, Ashey notou que a Tina tinha dado uma chave errada, então voltamos pro bar, desta vez o Jeff desceu e eu fiquei tentando conter a Ashy no carro. O Jeff voltou pê da vida, a Tina disse que a chave certa tava na casa da gorda amiga dela. Saímos do estacionamento do bar pra casa, e assim que entramos na highway fomos abordados por uma viatura da polícia rodoviária. O Jeff encostou o carro, baixou o vidro e os cops pararam atrás da gente com o farol alto e mais um spot de luz iluminando nosso carro. Ficamos dando risada, porque não, não tem mais nada nesse mundo que possa acontecer com a gente! Então os cops desceram do carro com suas lanterninhas superpotentes e nos abordaram. Sentiram o cheiro de cerveja dentro do carro, já que a Ashey tinha acabado de tomar um banho, viram a caixa de Coors Light me acompanhando no banco de trás e supuseram que o Jeff poderia estar bêbado. Então depois de pedirem os documentos do carro, carteira de motorista, checarem todos os documentos do Jeff, aplicarem o teste de grau alcoólico nele, tudo na mais perfeita educação harmonia, fomos liberados.


Chegamos em casa exaustos… tomamos umas cervejas, fizemos um som e eles foram dormir. Então eu fiquei sozinha na cozinha, just as lonely as I wanted to be. Singing alone in Keystone. E fiz uma canção pra minha amiga. Quem quiser ouvir, só acessar o link na seção “Vídeos e links interessantes“, no canto esquerdo superior desta página.


São três horas da manhã e eu não tô com o mínimo sono… quer dizer, não tô com vontade de dormir, porque sim, estou cansada… mas simplesmente o dia de amanhã incomoda. Bem… a música explica. Basta compreender meu inglês macarrônico.

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